sábado, 28 de fevereiro de 2026

UM JORNAL INCONVICTO QUE ASSUME O BOLSONARISMO


 





EXPLICAÇÃO:

Eu mantive contato com o jornal “Estadão” para cancelar a assinatura, mas essa decisão acabou sendo adiada. Às minhas críticas, uma prática do jornal, recebi e-mail de Rodrigo Cavalheiro (“editor da equipe que todo dia faz o Estadão”).

Eu respondi desta forma:

Na sua mensagem você diz não ser robô, mas a “defesa prévia” parece ter saído de IA. Por que quis eu desistir do jornal? Vamos ver aonde chego:

1. Sou assinante aqui em Piracicaba desde 1986 – uma dúvida nessa data porque eu recebia o jornal pela multinacional para a qual trabalhava. Então, pelo menos, por minha conta, desde 1994. Antes, no ABC, foram décadas;

2. Então, eu acompanhei a linha do jornal por todos esses anos e considero hoje uma postura inconvicta, contraditória que me cansou;

3. Isso se reflete nos editoriais — e não há aqui uma questão ideológico: basta o Lula arrotar e os editoriais sórdidos caem matando, imperdoáveis, como o de hoje (de 25/02), cujo decreto talvez tivesse, sim, que ser revogado para o repor após negociação;

4. O jornal, pois, parece se inserir, dissimuladamente, na linha de insanidade de um colaborador que no artigo de hoje teve este destaque:

A eleição de 2026 é um jogo de vida ou morte para a liberdade no Brasil. Se perdermos o jogo, seremos responsáveis pelo sepultamento da democracia no País.” (L. F. D’Avila).

O jornal acredita nessa farsa insana? A liberdade que ele almeja é a de Bolsonaro;

5. Nessa conformidade, criticando Lula como bolsonarista radical, o que quer o jornal? Eleger o filho, um sujeito sempre omisso no congresso, vazio, usuário das rachadinhas e de “imobiliária” para governar o Brasil? Com ele o possível aumento de sua bancada no congresso, significando o aumento da escória legislativa irresponsável;

6. Cai o Lula, confiável, para assumir essa escória que virou o país de cabeça para baixo e acordou uma horda de acéfalos. Claro que, na sua inconvicção, às ações do novo governo, reprováveis, o jornal fará seus editoriais culposos e talvez pífios, por não entender os dias de hoje. Porque a ordem dessa inconvicção é defender o bolsonarismo à socapa.


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