sexta-feira, 26 de junho de 2026

O QUE QUER MICHELLE?






Estava acostumado a ver Michelle nas redes sociais, com um centímetro de maquiagem, fazendo pose de beleza e nada além disso.

Esnobe ao lado de Bolsonaro, insistindo em ser a eterna primeira-dama, esse papel apelativo ou ate ridículo que ainda agrada os apoiadores deslumbrados do bolsonarismo sem olhos às mazelas.

Eis que, no dia do jogo do Brasil do dia 24 de junho ela, surpreendentemente, lançou um vídeo nas redes sociais, de 27 minutos com símbolismos exotéricos em sua jaqueta, nos enfeites ao seu lado e quadros ao fundo, para se apresentar, não como manequim, mas quem disse algo próximo de que "aqui quem manda sou eu".

Sutilmente e a propósito falou do seu "marido-galego" tentando que, mesmo com as estultices recentes de ter ele danificado a tornozeleira e agora, cedendo sua arma a estranhos, com desculpa esfarrapada, apelou pela compreensão e alegando os efeitos de medicamentos que o afetam pelo que continuidade da prisão domiciliar.

Ela diz que cuida dele.

Mas, quanto ao filho mais velho do "galego", revelou todas as suas mágoas pelo tratamento agressivo que ele teria lhe dispensado sempre.

E isso num momento que o candidato Flávio enfrenta críticas severas e de descrédito. Com efeito, é tratado como mentiroso no caso de sua ligação com Master - Vorcaro, se faz de "santo" ao não explicar o destino de um valor de R$61 milhões ou mais que teriam sido remetidos ao Estados Unidos, aos cuidados do irmão que não tem atividade de trabalho, o que permite a ilação de que ele vive de parte dessa fortuna.

A isso se acrescentam os contatos desastrosos de ambos com Trump e assessores que pelos efeitos têm tumultuado as relações entre Brasil e Estados Unidos. Revelam-se submissos e deslumbrados com os acenos incertos de Trump, principalmente o júnior  folgado que lá vive.

Com a divulgação do vídeo, parece que o próprio pai se posicionou contra o filho que ele indicou como candidato à presidência mesmo que com antecedentes complicados, como o caso das rachadinhas, denunciado por Moro e outros que devem ser lembrados na campanha!

E o que me surpreende: seus eleitores consideram corrupção só o dos "outros", ele nada tem com o Master, só o saque de R$61 milhóes ou mais; uma insignificância. São tempos de distorções.

Mas, quanto à Michele, qual o controle que detém ela sobre sua família— com o marido frágil, fisicamente, e dado a estultices —, excluindos, claro, os enteados que não a suportam?  

Então, diante dessa quadro de fragilidades reais, o que quer Michelle devidamente "autorizada" pelo "galego" com o video ? E no qual não dissera tudo?

Não creio que ela queira a vaga do frágil e inapto condidato bolosnarista júnior, dado como mentiroso.

O que quer ela? Ser reverenciada como uma espécie de estrela do partido? Ser a candidata ao Senado com todo o apoio e vigor do PL moralmente frágil.

E, em assim sendo, até que ponto ela vai olhar para o "galego", o "chefe" duma família dividida embora esses atritos tentam ser escamoteados? 

Mais pode surgir desse tanque público. Ela disse que ainda não disse tudo. O desfecho, tudo está indicando, será um excelente enredo de novela de uma família perdida em interesses rigorosamente sombrios.


DIVULGAÇÃO

O QUE QUER MICHELLE? 

Nesse momento frágil do candidato do marido, esse vídeo contudente?

Quer ela se aproveitar do momento do Flávio, dado como mentiroso, envolvido com Vorcaro e tomar o seu lugar? Ser a estrela do partido? Ser a candidata excepcional ao Senado? 

Ela sutilmente defende o marido e sutilmente pede a compreensão pelos efeitos dos medicamentos e a permanência dele em prisão domiciliar. E ele é complicado, agora cedendo sua arma para estranho!

É uma família complicada, que esconde atritos mas tudo leva a crer que a tanque público ainda será usado. Pode se constituir em enredo sombrio de novela.

É só aguardar. Isso e muito mais, acessando:

https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/06/o-que-quer-michelle.html

sábado, 2 de maio de 2026

TEMPOS DE TEMAS MÚLTIPLOS




Há nesses sinais a indignação e a dúvida no que se refere a princípios ou a falta deles.




Correios

Serão os Correios, dívida da União ou a manutenção de um serviço publico deficitário como tantos outros Não faz muito, foram entregues correspondências nos rincões do país. Os Correios estão no país todo. O erro foi denunciar tardiamente os imensos prejuízos. Porque há uma concorrência forte de empresas de entrega. 

E não há mais cartas, cartões de festas. Tudo é via redes sociais. A solução será mais uma privatização, pela qual o País perde o controle dos serviços? É preciso repensar muito esse “alternativa” mas, depois dos ajustes que precisam ser feitos ou irem em frente.

INSS – Previdência social

Sou do tempo em que a legislação previdenciária, para os segurados que exerciam serviços considerados insalubres ou perigosos, o trabalhador poderia se aposentar com 50 anos. Tudo isso passou, os tempos são outros. A população aumentou aos milhões e a idade chegou para milhões que, agora, batem às portas do INSS. 

O dispêndio de recursos é imenso e esse é um dos itens que comentarista da Rede Globo e outros englobam como “gastos do Governo”, comentários até irresponsáveis. 

Para suprir essa imensa massa de aposentadorias e serviços médicos, será necessário um “exército” de servidores. Os tempos são outros e há que considerar esses tempos para todos que, uma hora dessas, batem nas portas da previdência…

Chamada tendenciosa em artigo no jornal “O Estado"

O economista Roberto Macedo em artigo de 1º de maio, no jornal “O Estado” — que se despersonalizou tantos são seus editoriais tendenciosos — sob o título “A população diante das contas públicas” faz uma série de análises, apresentando estatísticas sobre os gastos do Governo dando a ele uma dose de culpa pelos alegados excessos.

E qual a chamada do jornal, simplista e descarada? Esta: “A população reage negativamente diante dos desmandos fiscais do governo”.

Pois bem, no final do artigo, diz o articulista não poder contar com os partidos políticos e conclui:

Tome-se o caso do Congresso, sabidamente fora de controle. Já vi algumas pesquisas em que é avaliado pela população, mas é preciso fazer muitas outras mais. O mesmo no caso do Supremo Tribunal Federal. Nesse caso, entendendo que as suas decisões deveriam ser tomadas por todos os juízes em conjunto, e não por turmas, como acontece atualmente”.

Esse final é melancólico, nada uma coisa com outra.

O que poucos têm coragem de dizer, além do que expus acima, é o seguinte:

► Nos gastos do governo, está o Congresso Nacional, com suas emendas orçamentárias de R$60 bilhões e o fundo eleitoral, que na soma beiram R$70 bilhões. E sua massa de assessores, cabide de emprego que já ensejou (ou ensejam?) “rachadinhas” vergonhas. E as mordomias que são um escárnio ao povo brasileiro. Toda essa riqueza ensejando a corrupção;

► Não, o maior problema não são as decisões de turmas do STF, um desvio do tema analisado, mas nas contas do Governo, além da previdência, estão também o Judiciário como um todo, no âmbito federal, incluindo penduricalhos: o STF, o STJ, a Justiça eleitoral, os seis TRFs e toda a primeira instância. Toda a estrutura do Exército e seus privilégios, toda máquina administrativa do Governo perdida até em rincões impensados do território nacional. A massa de funcionários, muitos com remuneração acima do teto. O SUS e suas operações no que cabe ao Governo Federal...

E sabem qual o “gasto excessivo”? O “bolsa família”, “o auxílio gás” (!), nestes tempos de desafios, inclusive o advento da automação desenfreada que tomará conta dos empregos como já vem tomando.

A sociedade tem um dever com os necessitados como pregou o cristianismo autêntico, nestes tempos de ”evangélicos” hipócritas que criticam esses programas mas não poucos apelam de modo descarado por dízimos, nem que sejam 10% do que paga o “fiel” de aluguel. Que falta de vergonha!

Daí porque me sobem sintomas eméticos quando vejo esses comentaristas que não têm vergonha na cara tal a superficialidade de suas “análises”.

BC e os juros elevados

Quando uma empresa busca recursos no meio financeiros, os juros elevados que paga, são repassados aos preços.

E o BC que controla a inflação, no seu amadorismo, insistiu em manter, por quase um ano, os 15% da SELIC que, rigorosamente, é inflacionária.

E querem saber do amadorismo?

Durante todo esse tempo, houvesse maturidade, o BC poderia, sim, ter baixado os juros.

Mas, agora, com a desastrada atuação do Trump afetando o preço do petróleo e, indiretamente, uma série de produtos, o BC que agora poderia se conter até o desfecho dessa crise insana, baixa os juros.

Não fez quando deveria, e faz quando não deveria.

Coisas deste imenso país, meio enlouquecido e abusado nas suas entranhas.

Fim da jornada 6 x 1

Reitero dando-se a proibição da jornada 6 x 1: Mantida a jornada de 44 horas semanais, de cinco dias, com 8h48 diárias decrescendo em três anos, até chegar à 40 horas semanais. Será um período de adaptação, incluindo a contratação de folguistas.



NOTA DE DIVULGAÇÃO

TEMPOS DE TEMAS MÚLTIPLOS

● Correios: é, sobretudo, um serviço público nacional que atende os rincões do pais

● INSS - Previdência social: a população se multiplicou, o tempo passou e agora milhões buscam seus direitos...

● Artigo com chamada tendenciosa do jornal "O Estado": um artigo inclusivo que perdeu o foco

● BC e os juros elevados: manteve os juros elevados por meses, tendo momentos para os baixar e baixou na hora que deveria ser comedido com as traquinagens do Trump

● Fim da jornada 6 x 1: reitero minhas ponderações ao tema

Acessar:

https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/05/tempos-de-temas-multiplos.html



segunda-feira, 20 de abril de 2026

PROPOSTA DE JORNADA 6 x 1

 













UMA SITUAÇÃO REAL DE JORNADA 6 x 1

Entregador de gás, depósito local. Horário diário: 8h00 às 18h00, de segunda a sábado 

(1 h. de refeição, 9 hs. diárias x 6 = 54 hs semanais (Constituição: 44 hs. semanais). 

Aos domingos horas extras frequentes — a entrega não pode parar! Não há folguistas 

para garantir folgas semanais...


PROPOSTA "RADICAL" PARA ACABAR COM A JORNADA 6 X 1

Constituição: jornada semanal de 44 horas (Art. 7º/XIII)

Compensação da duração da jornada diária de 5 dias: 8h48 horas. 44 horas semanais.

Em três anos, reduzir a jornada semanal de 44 horas para 40 horas, oito horas diárias.

Contratação de folguistas para os sábados e domingos (se for o caso_

E no futuro próximo até mesmo jornada menor do que 40 horas semanais pelo 

aumento da automação e uso da IA.


quinta-feira, 9 de abril de 2026

O JUÍZO VEIO DO PAQUISTÃO. UM AMIGO REMEDIADO


Começo pelo modo como se inseriu Trump no contexto mundial que, para mim, foi de absoluto desequilíbrio.

Como um conquistador de filme de faroeste, assim que tomou posse, saiu ameaçando o mundo todo com altas tarifas de importação e, claro, nessa inconsequência, a perplexidade mundial e dos próprios aliados voltou atrás muitas vezes, colocando uma autoridade superficial, no fundo, uma farsa.

Em termos de ministério, para mostrar sua valentia, instituiu não um ministério da defesa, mas de "guerra".

Nesse sentido de "guerra", invadiu a Venezuela e, sem pudor, se apropriou do petróleo, antes detendo o ditador Maduro o incriminando de crimes não provados, como não provados os ataques a barcos nos mares venezuelanos que seriam de traficantes. Nesses ataques assassinos, morreram  dezenas com e sem culpa. Mas, havia culpados? O sentido da guerra.

Refere-se a Cuba com desprezo como se não fosse a Ilha e seus habitantes vitimas do embargo vil dos americnos, por décadas. E foi desse modo que o regime de lá foi alimentado...

Então, os Estados Unidos, aliados de sempre de Israel, nesse contexto guerreiro, se uniu não ao país, mas a Netanyhau que não demonstrara nos seus ataques, o respeito à vida, como se deu em Gaza, em represália ao terrorismo do Hamas. Para eliminar o grupo, para cada israelense morto, 70 palestinos foram mortos, a grande maioria se esforçando pelo direito de viver mesmo sob o jugo do Hamas.

Não há como negar e já disse antes, que o Irã há muito vitimava Israel com o bullying intolerável: ficava na retaguarda, se esquivando mas financiando o terrorismo pelos seus "braços" espúrios: o mesmo Hamaz e o Hezbollah com célula no Líbano.

Esse bullying teria que acabar.

Eis que o senhor da guerra, ao se unir ao primeiro ministro israelense — que não vacila em praticar o morticínio como demonstrou em Gaza —

a dupla, com toda força se voltou contra o Irã sob argumento de que o pais milenar, não pode produzir arma atômica.

Não esperava essa dupla "guerreira" com a reação surpreendente do Irã, que não só atacou Israel fortemente como todas as sedes americanas no Oriente Médio e não só, produzindo um desastre muito além de suas fronteiras.

E, então, Trump, percebendo tardiamente os seus excessos, porque pensava que em três dias liquidariam o Irã, desesperado com nova crise do petróleo, procurou avidamente um acordo e até com termos de baixo calão, que nada supreende, gritou para a que o governo iraniano reabrisse o Estreito de Ormuz.

Sem apoio dos aliados a quem remetera havia pouco, o desdém e os tarifaços, ameaçou destruir a "civilização iraniana". 

Eis que o inesperado aconteceu: um país pouco lembrando um "certo" Paquistão, com área de 796 mil quilômetros quadrados (+ de 10 vezes menor que o Brasil) fazendo fronteira com a Índia a leste, Afeganistão a norte e oeste, com o Irã a sudeste e com a China no nordeste extremo, entra no meio dos belicosos e morticidas e consegue uma trégua negocial de duas semanas.

Mas, claro, Netanyahu não levou a sério a trégua e continuou atacando o Líbano sem se preocupar a quem atingisse...

Mas, o Paquistão deu uma lição de humildade e eficência contra a tresloucada guerra que poderia se agravar a ponto de, não se duvide, "exterminar uma civilização". 

O nazismo teve essa visão no século passado em também exterminar uma "civilização". A insânia se repetindo mais agora sob o continência de outras bandeiras.

Bom, os analistas informam que o Paquistão ao condenar os ataques dos Estados Unidos e Israel e a contraofensiva firme do Irã tinha a confiança do lado iraniano, se apresentando, pois, como mediador imparcial.

E será bom que esses guerreiros ora vacilantes, ainda, espacialmente Netanyahu se convençam de um acordo incluindo o compromisso do Irã de não mais financiar grupos "guerrilheiros" que tornam a região, de um modo ou outro, uma ameaça à paz.

O Hamas é um exemplo real disso.


NOTA DE DIVULGAÇÃO

O JUÍZO VEIO DO PAQUISTÃO. UM AMIGO REMEDIADO

Eis que na guerra insana de EUA-Israel e Irã entrou para apaziaguar e conclamar juízo, um pais verdadeiramene remediado: o Paquistão.

Esse país conseguiu convencer o Irã a uma negociação de paz, ainda que as partes vacilem, especialmene Netanyahu com seu espírito morticida, mas espera-se que os guerreiros baixem as armas.

Trump que já abalou o mundo com tarifaços inconsequentes, ameaçava exterminar uma civilização de certo modo aquilo que tentou o nazismo com outra civilização.

Faço breve reavaliação destes tempos sombrios.

Acessar: https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/04/o-juizo-veio-do-paquistao-um-amigo.html