segunda-feira, 27 de julho de 2026

NÃO SÓ INDÍCIOS DE CONSPIRAÇÃO ELEITORAL



"Conspirações"



Por tudo o que tenho visto e ouvido de Flávio Bolsonaro, desde as denúncias de Moro quando saiu do Ministério da Justiça, sobre as rachadinhas e outros, sua atuação sofrível como senador. e mais agora com as mentiras no escândalo Master-Vorcaro, eu o tenho como um político de baixa responsabilidade, desprovido de discernimento que se situa, quando muito, numa média com dose de condescendência.

Então, em sua confirmação como candidato na convenção do PL ele convidou o Milei, um notório fanfarrão argentino e, com ele, ensaia passinhos de dança!

Mas, muito além disso, ele anunciou há dias, algo que significa ter convencido os Estados Unidos de Marco Rúbio a no minimo questionar a eficácia ds urnas eletrônicas nas eleições presidencias.

Foi ele que, sutilmente, de novo, inseriu o tema na sua agenda torpe.

Com efeito, no dia 21 de julho, numa palestra a embaixadores, repetiu a farsa do pai sobre as urnas eletrônicas com ilações de que elas podem ser fraudadas, mas "confiando" nelas, numa posição ambígua e irresponsável.

E dá-se, então, o meu direito em acreditar que, com as manobras do secretário Marco Rúbio, que há sim, uma conspiração contra o sistema eleitoral brasileiro.

Eventos depois da palestra de Flávio aos embaixadores no dia 21:

24.07: O jornal "The Washington Post" revelou que os Estados Unidos preparavam o envio de funcionários do Departamento de Estado com a missão de propagar suspeitas sobre as urnas brasileiras e sobre as próprias eleições. Claro que os americanos desementem essa intenção como têm feito em outras ações no planeta;

24.07: O Governo brasileiro negou o visto aos americanos "observadores" como não poderia ser diferente;

26.07: Trecho de artigo de Lula no The Washington Post: "Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras". 

E nisso tudo há os "ingênuos" ou coisa pior se perguntando se criticar as urnas eletrônicas passou a ser crime. Crime não e, mas nesse quadro de má índole, ou é uma irrespnsabilidade ou má fé da turma do tumulto, os marchadores, rezadores de pneu, bebedores de detergente...

MARCO RÚBIO

Por falar em "mentiras" o Secretário de Estado americano, para afastar a (ir)resonsabilidade dos bolsonaros sobre a elevação da elevação das tarifas contra o Brasil, um ato no qual faltou seriedade e veracidade, Rúbio se referiu ao "ego" de Lula para que as negociações falhassem. 

Eis aí um conjunto de farsas ideológicas-conspiratórias.

Marco Rúbio, visando o previsível domínio que terão os Estados Unidos sobre o Brasil se eleito o Flávio, vai armando estratégias para fortalecer a ele e o irmão que lá vive, deslumbrados pela falsa recepetividade que gozam e os submeter, depois, ao poderio americano. 

Rúbio é cubano-americano e vejo nele alguma inspiração em Fidel Castro que pretendeu exportar a revolução cubana ao planeta. Ele, Rúbio, tenta o mesmo com a "revolução" trumpista, até agora um fracasso soberbo.


NOTA DE DIVULGAÇÃO

NÃO SÓ INDÍCIOS DE CONSPIRAÇÃO ELEITORAL

O candidato Flávio demonstra pouco discernimento e responsabilidade;

Não se substime a sutileza de suas observações às urnas eletrônicas e à vinda vetada de "observadores" americanos para, seguramente, questionarem as eleições se não eleito ele;

Sutil, também, a conspiração americana e há os "ingênuos" que dizem não ser crime criticar as urnas eletrônicas. Ciscam na superfície

Marcos Rúbio é cubano-americano, e vejo que ele se inspira em Fidel Castro para exportar, agora, a "revolução" trumpista - que tem sido um fracasso.

Acessar: 

https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/07/nao-so-indicios-de-conspiracao-eleitoral.html









quinta-feira, 23 de julho de 2026

A MENTIRA E A FARSA COMO MÓVEL DE CAMPANHA

 





As eleições estão chegando e com elas a revelação dos perfis dos candidatos, especialmente aquele principal da dita direita radical e nele, há muito de farsas e mentiras em sua campanha que ele já não consegue esconder.

Parece que sua campanha contratou uma horda delinquente que, para atacar Lula, se vale do baixo calão extremo, do ataque pessoal, de ilações torpes porque já não se esconde a preocupação de que pelas vias civilizadas, a campanha dele marca passo, num sobe e desce que não dá segurança de êxito.

E quanto ao modo de agir do candidato, o bolsonaro júnior, ele também berra impropérios contra Lula, grita inconsequências para agradar uma "plateia" acéfala, sem nada provar.

Mas, nas suas farsas, se ajoelha perante 'pastores evangélicos' que o abençoam em cena patética.

E se revelou um mentiroso "corajosos" ao afirmar que nada tinha com o Master-Vorcaro quando, na verdade, ele fora cobrar do banqueiro preso, um valor não desmentido de R$61 milhões, dos quais não prestou contas e remetidos aos Estados Unidos aos cuidados do irmão. Parte desse valor, sustenta o irmão que agora comemora o "green card" obtido nos Estados Unidos? Eu me pergunto se as atividades do irmão, por lá, não são, efetivamente, a de mandrião!?

Nova denúncia recente no seu envolvimento com Vorcaro: recebeu R$500 mil do esquema do Master...

E ele vem mentindo descaradamente e, pior, o Judiciário não o cobra por esses escândalos lucrativos e públicos. Ele permanece impune, talvez por algum favorecimento "evangélico" supremo.

E não só isso. O seu envolvimento e de seu irmão, subservientes ao governo Trump que aguçaram os interesses dos americanos de taxar exportações brasileiras; as últimas sobretaxas, com a farsa de secretário Marco Rúbio que, por falta de argumentos e fundadas em falsidades, culpou o "ego" de Lula pelo fracasso nas negociações. Até quando essa farsa descarada? 

E nessa pressão americana tentando a subserviência brasileira, bem a gosto dos irmãos bolsonaros, há a questão do pix que o irmão "americano" chegdou a sugerir um acordo com o sistema "zelle" de lá, um modo de servir aos interesses dos Estados Unidos de Trump.

Senador vazio, para não dizer nulo, ele está aí com todos seus abusos, as rachadinhas, suas mentiras, envolvido com o escândalo Master até o pescoço. E repete a farsa do pai sobre as urnas eletrônicas para criar fatos políticos, com ilações de que elas podem ser fraudadas, numa posição ambígua e irresponsável.

E pela distorção ou pela mentira como fez há pouco numa "compra"num supermercado fazendo falsas comparações de preços. 

E então, esse senador medíocre, subserviente aos Estados Unidos do modo mais inconsequente, mentiroso descarado, envolvido no escândalo Master como poucos, vem sendo sustentado pelos celerados e irresponsáveis nacionais, porque "ele pode vencer Lula". E a ética, que conversa e essa?

Mais que irresponsabilidade é uma traição ao país sustentar essa candidatura caricata.

Eis porque Lula-Alckmin não podem deixar o governo.



sábado, 27 de junho de 2026

"GOVERNO ELEITO" SOB CONTROLE AMERICANO



Flavio e a bandeira americana





Refiro-me à carta do candidato Flávio Bolsonaro, de 2 de junho remetida a Marco Rúbio - secretário de estado dos Estados Unidos - questionando as sobretaxas a produtos brasileiros anunciadas pelo governo americano, coincidindo com os contatos que fizera, junto com o irmão, nos Estados Unidos, incluindo reunião com Trump. Parecera nova investida irresponsável deles como se dera em fevereiro de 2025 com taxações exacerbadas, depois minimizadas em parte.

Pela subserviência que ambos têm demostrado em relação ao governo americano, ponderava-se o nível de influência que tiveram em relação ao anúncio dessas novas sobretaxas e, no tocante, ao pix, o irmão residente nos Estados Unidos, chegara a fazer uma troca desqualificada com o pix daqui e um não igual que vige entre os americanos, um tal "zelle". Para tal troca já acenava o lá residente uma simbiose entre o dois sistemas, naquele sentido equívoco de bajular os americanos.

Ao confirmar que as sobretaxas podem ser aplicadas como decisão de governo, disse na resposta do dia 23 último Rúbio "absolvendo", em tese, as supostas injunções de Flávio:

"... sob liderança do embaixador Jamieson Greer, anunciou em 1º de junho de 2026 a determinação de que certos atos, políticas e práticas do Brasil são irracionais ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos Estados Unidos. A proposta de resposta está aberta a comentários públicos. Essa determinação e a resposta proposta fazem parte de uma investigação iniciada em julho de 2025 sob a orientação do presidente Trump".

(...)

"Essas diferenças incluem comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais injustas, combate à corrupção, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal". 

"Práticas irracionais"! "Desmatamento ilegal"!

Nos bastidores, o Governo brasileiro vem negociando a não aplicação dessas sobretaxas assentadas em irrealidades brasileiras, distorcidas pelos americanos.

"TRANSIÇÃO" DE GOVERNO SOB CONTROLE AMERICANO

Mas, o ponto mais polêmico, que revela a submissão dos bolsonaros juniores em compilhar o governo brasileiro com o governo Trump, se eleito Flávio, se dá na sutiliza deste trecho da carta remetida por ele:

"Como já disse, estou confiante de que serei eleito presidente do Brasil em outubro. Se essa for a vontade do meu povo, estou preparado para colocar minha equipe de transição imediatamente à sua disposição, para que possamos concluir, o mais breve possível, um amplo acordo de comércio e investimentos benéfico para ambas as nossas nações — um acordo fundamentado no livre mercado, no respeito mútuo e na aliança estratégica que nossos d'1ois povos merecem".

"Equipe de transição imediatamente à sua disposição".

Em outros meios de comunicação, eu tenho chamado esses irmãos de irresponsáveis, inconsequentes quanto ao futuro, dessa submissão e, como decorrência, a influência autoritária dos americanos que "compartilhariam" os destinos brasileiros..

Quando chamo essa submissão assumida de irresponsabilidade contra o Brasil, há os que se chocam.

Mas, a resposta de Rúbio foi mais sensata do que o ensaio entreguista de Flávio:

"Observamos seu otimismo em relação às próximas eleições de outubro e sua generosidade em colocar sua equipe de transição à disposição caso seja eleito. Os Estados Unidos estão prontos para trabalhar de forma cooperativa com os líderes escolhidos pelo povo brasileiro para buscar um modelo de comércio e investimento amplo, justo e mutuamente benéfico. Aguardo nosso diálogo contínuo e o aprofundamento da parceria estratégica entre nossas duas grandes nações. Deus abençoe os Estados Unidos e o Brasil."

"Líderes escolhidos pelo povo brasileiro..." [mesmo os não entreguistas].


DIVULGAÇÃO

"GOVERN ELEITO" SOB CONTROLE AMERICANO

Carta de Flávio e resposta de Marco Rúbio

Este artigo tem por objetivo a compreensão das correspondências, a remetida por Flávio e a resposta de Marco Rúbio, saindo das especulações sem que se atenha aos textos.

A polêmica maior foi a oferta de Flávio, se eleito, de colocar à disposição do governo americano sua equipe de transição para entendimentos, entre outros, de "aliança estratégica". 

A resposta de Rúbio foi mais sensata do que a oferta de "aliança estratégica". De qualquer modo, ocorrendo a eleição de Flavio, uma irresponsabilidade para o Brasil, como será contido os interesses americanos no Brasil? 

Acessar:

https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/06/governo-eleito-sob-controle-americano.html

 

 

 


sexta-feira, 26 de junho de 2026

O QUE QUER MICHELLE?






Estava acostumado a ver Michelle nas redes sociais, com um centímetro de maquiagem, fazendo pose de beleza e nada além disso.

Esnobe ao lado de Bolsonaro, insistindo em ser a eterna primeira-dama, esse papel apelativo ou ate ridículo que ainda agrada os apoiadores deslumbrados do bolsonarismo sem olhos às mazelas.

Eis que, no dia do jogo do Brasil do dia 24 de junho ela, surpreendentemente, lançou um vídeo nas redes sociais, de 27 minutos com símbolismos exotéricos em sua jaqueta, nos enfeites ao seu lado e quadros ao fundo, para se apresentar, não como manequim, mas quem disse algo próximo de que "aqui quem manda sou eu".

Sutilmente e a propósito falou do seu "marido-galego" tentando que, mesmo com as estultices recentes de ter ele danificado a tornozeleira e agora, cedendo sua arma a estranhos, com desculpa esfarrapada, apelou pela compreensão e alegando os efeitos de medicamentos que o afetam pelo que continuidade da prisão domiciliar.

Ela diz que cuida dele.

Mas, quanto ao filho mais velho do "galego", revelou todas as suas mágoas pelo tratamento agressivo que ele teria lhe dispensado sempre.

E isso num momento que o candidato Flávio enfrenta críticas severas e de descrédito. Com efeito, é tratado como mentiroso no caso de sua ligação com Master - Vorcaro, se faz de "santo" ao não explicar o destino de um valor de R$61 milhões ou mais que teriam sido remetidos ao Estados Unidos, aos cuidados do irmão que não tem atividade de trabalho, o que permite a ilação de que ele vive de parte dessa fortuna.

A isso se acrescentam os contatos desastrosos de ambos com Trump e assessores que pelos efeitos têm tumultuado as relações entre Brasil e Estados Unidos. Revelam-se submissos e deslumbrados com os acenos incertos de Trump, principalmente o júnior  folgado que lá vive.

Com a divulgação do vídeo, parece que o próprio pai se posicionou contra o filho que ele indicou como candidato à presidência mesmo que com antecedentes complicados, como o caso das rachadinhas, denunciado por Moro e outros que devem ser lembrados na campanha!

E o que me surpreende: seus eleitores consideram corrupção só o dos "outros", ele nada tem com o Master, só o saque de R$61 milhóes ou mais; uma insignificância. São tempos de distorções.

Mas, quanto à Michele, qual o controle que detém ela sobre sua família— com o marido frágil, fisicamente, e dado a estultices —, excluindos, claro, os enteados que não a suportam?  

Então, diante dessa quadro de fragilidades reais, o que quer Michelle devidamente "autorizada" pelo "galego" com o video ? E no qual não dissera tudo?

Não creio que ela queira a vaga do frágil e inapto condidato bolosnarista júnior, dado como mentiroso.

O que quer ela? Ser reverenciada como uma espécie de estrela do partido? Ser a candidata ao Senado com todo o apoio e vigor do PL moralmente frágil.

E, em assim sendo, até que ponto ela vai olhar para o "galego", o "chefe" duma família dividida embora esses atritos tentam ser escamoteados? 

Mais pode surgir desse tanque público. Ela disse que ainda não disse tudo. O desfecho, tudo está indicando, será um excelente enredo de novela de uma família perdida em interesses rigorosamente sombrios.



DIVULGAÇÃO

O QUE QUER MICHELLE? 

Nesse momento frágil do candidato do marido, esse vídeo contudente?

Quer ela se aproveitar do momento do Flávio, dado como mentiroso, envolvido com Vorcaro e tomar o seu lugar? Ser a estrela do partido? Ser a candidata excepcional ao Senado? 

Ela sutilmente defende o marido e sutilmente pede a compreensão pelos efeitos dos medicamentos e a permanência dele em prisão domiciliar. E ele é complicado, agora cedendo sua arma para estranho!

É uma família complicada, que esconde atritos mas tudo leva a crer que a tanque público ainda será usado. Pode se constituir em enredo sombrio de novela.

É só aguardar. Isso e muito mais, acessando:

https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/06/o-que-quer-michelle.html