segunda-feira, 20 de abril de 2026

PROPOSTA DE JORNADA 6 x 1

 













UMA SITUAÇÃO REAL DE JORNADA 6 x 1

Entregador de gás, depósito local. Horário diário: 8h00 às 18h00, de segunda a sábado 

(1 h. de refeição, 9 hs. diárias x 6 = 54 hs semanais (Constituição: 44 hs. semanais). 

Aos domingos horas extras frequentes — a entrega não pode parar! Não há folguistas 

para garantir folgas semanais...


PROPOSTA "RADICAL" PARA ACABAR COM A JORNADA 6 X 1

Constituição: jornada semanal de 44 horas (Art. 7º/XIII)

Compensação da duração da jornada diária de 5 dias: 8h48 horas. 44 horas semanais.

Em três anos, reduzir a jornada semanal de 44 horas para 40 horas, oito horas diárias.

Contratação de folguistas para os sábados e domingos (se for o caso_

E no futuro próximo até mesmo jornada menor do que 40 horas semanais pelo 

aumento da automação e uso da IA.


quinta-feira, 9 de abril de 2026

O JUÍZO VEIO DO PAQUISTÃO. UM AMIGO REMEDIADO


Começo pelo modo como se inseriu Trump no contexto mundial que, para mim, foi de absoluto desequilíbrio.

Como um conquistador de filme de faroeste, assim que tomou posse, saiu ameaçando o mundo todo com altas tarifas de importação e, claro, nessa inconsequência, a perplexidade mundial e dos próprios aliados voltou atrás muitas vezes, colocando uma autoridade superficial, no fundo, uma farsa.

Em termos de ministério, para mostrar sua valentia, instituiu não um ministério da defesa, mas de "guerra".

Nesse sentido de "guerra", invadiu a Venezuela e, sem pudor, se apropriou do petróleo, antes detendo o ditador Maduro o incriminando de crimes não provados, como não provados os ataques a barcos nos mares venezuelanos que seriam de traficantes. Nesses ataques assassinos, morreram  dezenas com e sem culpa. Mas, havia culpados? O sentido da guerra.

Refere-se a Cuba com desprezo como se não fosse a Ilha e seus habitantes vitimas do embargo vil dos americnos, por décadas. E foi desse modo que o regime de lá foi alimentado...

Então, os Estados Unidos, aliados de sempre de Israel, nesse contexto guerreiro, se uniu não ao país, mas a Netanyhau que não demonstrara nos seus ataques, o respeito à vida, como se deu em Gaza, em represália ao terrorismo do Hamas. Para eliminar o grupo, para cada israelense morto, 70 palestinos foram mortos, a grande maioria se esforçando pelo direito de viver mesmo sob o jugo do Hamas.

Não há como negar e já disse antes, que o Irã há muito vitimava Israel com o bullying intolerável: ficava na retaguarda, se esquivando mas financiando o terrorismo pelos seus "braços" espúrios: o mesmo Hamaz e o Hezbollah com célula no Líbano.

Esse bullying teria que acabar.

Eis que o senhor da guerra, ao se unir ao primeiro ministro israelense — que não vacila em praticar o morticínio como demonstrou em Gaza —

a dupla, com toda força se voltou contra o Irã sob argumento de que o pais milenar, não pode produzir arma atômica.

Não esperava essa dupla "guerreira" com a reação surpreendente do Irã, que não só atacou Israel fortemente como todas as sedes americanas no Oriente Médio e não só, produzindo um desastre muito além de suas fronteiras.

E, então, Trump, percebendo tardiamente os seus excessos, porque pensava que em três dias liquidariam o Irã, desesperado com nova crise do petróleo, procurou avidamente um acordo e até com termos de baixo calão, que nada supreende, gritou para a que o governo iraniano reabrisse o Estreito de Ormuz.

Sem apoio dos aliados a quem remetera havia pouco, o desdém e os tarifaços, ameaçou destruir a "civilização iraniana". 

Eis que o inesperado aconteceu: um país pouco lembrando um "certo" Paquistão, com área de 796 mil quilômetros quadrados (+ de 10 vezes menor que o Brasil) fazendo fronteira com a Índia a leste, Afeganistão a norte e oeste, com o Irã a sudeste e com a China no nordeste extremo, entra no meio dos belicosos e morticidas e consegue uma trégua negocial de duas semanas.

Mas, claro, Netanyahu não levou a sério a trégua e continuou atacando o Líbano sem se preocupar a quem atingisse...

Mas, o Paquistão deu uma lição de humildade e eficência contra a tresloucada guerra que poderia se agravar a ponto de, não se duvide, "exterminar uma civilização". 

O nazismo teve essa visão no século passado em também exterminar uma "civilização". A insânia se repetindo mais agora sob o continência de outras bandeiras.

Bom, os analistas informam que o Paquistão ao condenar os ataques dos Estados Unidos e Israel e a contraofensiva firme do Irã tinha a confiança do lado iraniano, se apresentando, pois, como mediador imparcial.

E será bom que esses guerreiros ora vacilantes, ainda, espacialmente Netanyahu se convençam de um acordo incluindo o compromisso do Irã de não mais financiar grupos "guerrilheiros" que tornam a região, de um modo ou outro, uma ameaça à paz.

O Hamas é um exemplo real disso.


NOTA DE DIVULGAÇÃO

O JUÍZO VEIO DO PAQUISTÃO. UM AMIGO REMEDIADO

Eis que na guerra insana de EUA-Israel e Irã entrou para apaziaguar e conclamar juízo, um pais verdadeiramene remediado: o Paquistão.

Esse país conseguiu convencer o Irã a uma negociação de paz, ainda que as partes vacilem, especialmene Netanyahu com seu espírito morticida, mas espera-se que os guerreiros baixem as armas.

Trump que já abalou o mundo com tarifaços inconsequentes, ameaçava exterminar uma civilização de certo modo aquilo que tentou o nazismo com outra civilização.

Faço breve reavaliação destes tempos sombrios.

Acessar: https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/04/o-juizo-veio-do-paquistao-um-amigo.html








sábado, 4 de abril de 2026

FÁBULA DE UM CONTRATO MILIONÁRIO




   Cofrinho cheio





No final do ano de 2023 um banqueiro se sentindo ameaçado pelas trapalhadas e ardis que produziu no seu negócio, um desvio milionário de dinheiro, estava sob risco de sofrer a intervenção e liquidação futura do BC mas, naquele momento, ainda estava "protegido". Porue pelo seu poderio ostentado, "subvencionando" inúmeras "autoridades", contava com a condescendência desses amigos "subvencionados".

Mas, o risco crescia.

Soube de um escritório de advocacia poderoso porque como sócio oculto e influente, havia e há um alto magistrado, muito respeitado e corajoso.

Esse banqueiro, então, contatou esse escritório influente, contando com a proteção daquele sócio influente, um modo de ir se prevenindo dos desvios do seu negócio. 

 O escritório o encarou na hora da contratação dos serviços.

O escritório desconfiava dos altos risco de virtual escândalo financeiro. 

Então, fez uma proposta elevada para não ser aceita pelo candidato a cliente: 3,6 milhões por mês, durante 36 meses, totalizando R$129.600,00.

— Pois eu aceito, respoindeu ele.

Antes de fechar o contrato pelo qual tacitamente não faltariam relações espúrias, o escritório pensou o seguinte: 

— Esse elemento está numa fase pré-falimentar; com esse valor mensal por 36 meses o escritório enriquece de modo significativo. 

E o sócio oculto, aquele magistrado influente por sua vez ponderou:

— Se der algum problema, uma denúncia, um fraude pesada, a gente administra esse "incidente", mas o que conta é a riqueza amealhada do contrato até eclodir o escândalo, se eclodir...

Deu-se o escândalo, o negócio do cliente foi liquidado.

O que faz o escritório contratado? Administra o escândalo, mesmo que afetando severamente a autoridade do magistrado — tudo a lamentar —, mas a riqueza continua garantida, intocada.

Mal parodiando, o dinheiro aqui soprou um baita vendaval.


NOTA DE DIVULGAÇÃO

Um contrato advocaticio milionário com notório sentido de proteção a um banqueiro semifalido pelos abusos que praticou.

O valor milionário, no seu bojo, continha o "seguro" e a "administração" do escândalo se escândalo comprometedor eclodisse. Enquano isso, havia as relações, digamos, espúrias entre as partes,

E diante do escândalo passou-se a o administrar, mas o cofrinho inchou...

Acessar: https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/04/fabula-de-um-contrato-milionario.html



domingo, 8 de março de 2026

QUANDO OS DESMANDOS DE UM LÍDER SÃO CONFUNDIDOS COM A PRÓPRIA NAÇÃO

 
Bombas no Irã


Quando Lula criticou asperamente o morticínio (não uso genocídio) em Gaza comandado pelo primeiro ministrio Benjamin Netanyahu, a cúpula isaraelense se insurgiu contra o governo brasileiro de modo veemente.

E, então, por aqui, a predominância da ignorância na horda bolsonarista, se aproveitou desses desentendimentos diplomáticos para defender Israel chegando ao ponto de considerar o país, "cristão".

Sim, o ataque do Hamas foi de terrorismo extremo, mas os ataques sob as ordens de Netanyahu em Gaza foram desproporcionais e não consideraram a vida dos palestinos, muitos deles reconhecendo a opressão em que viviam. Qual a proporção da matança de civis em Gaza? Para cada israelense morto pelo Hamas, em outubro de 2023, 1200,  a retaliação foi de 1 x 70.

Então, as criticas são contra os excessos de Netanyahu e não contra a nação Israel que, bom que se diga, o primeiro ministro, nem do longe é uma unanimidade nacional. 

Então, não confundir Netanyahu e seus excessos com a nação Israel. 

Neste meu canto de anonimato concordei em tudo com as críticas de Lula.

► O Irâ sob ataque severo de Israel e Estados Unidos

No artigo de 02.10.2024 sob o título "O bullying do Irã e os ataques a Israel", fiz críticas severas a Lula pela sua condescendência ao um regime cruel e restritivo como é o dos aiatolás liderado por Khamenei, até de modo desqualificado, fazendo manhas contra os Estados Unidos, por exemplo, na questão da substituição do dólar como moeda comercial. (*)

Dera-se esse artigo pelas escaramuças havidas, então, de Israel contra o Irã, porque ele supre o Hamas e no Líbano o Hezbollah de armas pesadas, porque querem eles todos o extermínio de Israel.

Uma situação insuportável que vinha sendo, digamos, adiada na sua gravidade.

Eis que entra no jogo Trump, presidente dos Estados Unidos que, juntamente com Israei pretendem acabar com o bullying do Irã e seus asseclas.

E para isso, não há respeito algum ao povo iraniano. Aliás, Trump, sem saber quem eram os barqueiros nos mares da Venezuela, se traficantes, pescadores ou passeaodors, atingiu motalmente todos esses barcos, num quadro de assassinato — e não há palavra amena nessas ações.


No Irã, dá-se a mesma anomalia. O regime teocrático violento dos aiatolás, está sendo confundido com a nação Irã e seu povo. Este é a vítima principal das bombas dos dois países que ao atingir o alvo — se atingir - — ceifa a vida de dezenas nas proximidades.

Então, não se estranhe editorial vergonhoso do jornal o "Estado de São Paulo" de 1º de março último que aos ataques de Netanyahu - Trump proclamou: NINGUÉM VAI CHORAR PELO IRÃ. O jornal fala que o regime iraniano "massacra o seu povo", mas as vítimas dos bombardeios não serão lamentados. Essas decorrências são "detalhes".

O texto desse editorial é pifio, assumindo posicionamento ambíguo um jornal que, "mentalmente" é decadente.

O que quero dizer, como tem ocorrido, que Netanyahu na sua truculência, não representa a nação Israel, os palestinos na luta para continuar sobrevivendo em Gaza, nada têm a ver com o Hamas e nem Khamenei representa a nação oprimida do Irã. 

As mortes não justificam os meios. As vidas tem que ser consideradas de modo privilegiado. Elas não são "detalhes" e não são números da indiferença. Essa "moda" não pode prevalecer.

(*) O bullying do Irã contra Israel

NOTA DE DIVULGAÇÃO

QUANDO OS DESMANDOS DE UM LÍDER SÃO CONFUNDIDOS COM A PRÓPRIA NAÇÃO

Neste artigo pondero sobre uma prática que está se tornndo comum nos conflitos, confundir o líder do governo e seus desmandos com a nação à qual ele dirige. 

O caso mais marcante e recente, deu-se quando Lula criticou Netanyahu pelo mortícinio que impunha em Gaza. Com essas críticas de Lula que apoiei, o governo israelense reagiu com veemência mantendo até hoje um clima tenso nas relações diplomáticas gerando por aqui, na horda ignara do bolsonarismo como se a nação israelense fosse o primeiro ministro, a ponto de ser solidária a Israel, porque cristão.

E assim como fez o jornal "O Estado" quando iniciados os ataques ao Irã.

Esses equívocos, fazem da vida humana, nesses conflitos, um "detalhe" que se apura pelo número de mortos, da indiferença.

Acessar: https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/03/quando-os-desmandos-de-um-lider-sao.html




sábado, 28 de fevereiro de 2026

UM JORNAL INCONVICTO QUE ASSUME O BOLSONARISMO


 





EXPLICAÇÃO:

Eu mantive contato com o jornal “Estadão” para cancelar a assinatura, mas essa decisão acabou sendo adiada. Às minhas críticas, uma prática do jornal, recebi e-mail de Rodrigo Cavalheiro (“editor da equipe que todo dia faz o Estadão”).

Eu respondi desta forma:

Na sua mensagem você diz não ser robô, mas a “defesa prévia” parece ter saído de IA. Por que quis eu desistir do jornal? Vamos ver aonde chego:

1. Sou assinante aqui em Piracicaba desde 1986 – uma dúvida nessa data porque eu recebia o jornal pela multinacional para a qual trabalhava. Então, pelo menos, por minha conta, desde 1994. Antes, no ABC, foram décadas;

2. Então, eu acompanhei a linha do jornal por todos esses anos e considero hoje uma postura inconvicta, contraditória que me cansou;

3. Isso se reflete nos editoriais — e não há aqui uma questão ideológico: basta o Lula arrotar e os editoriais sórdidos caem matando, imperdoáveis, como o de hoje (de 25/02), cujo decreto talvez tivesse, sim, que ser revogado para o repor após negociação;

4. O jornal, pois, parece se inserir, dissimuladamente, na linha de insanidade de um colaborador que no artigo de hoje teve este destaque:

A eleição de 2026 é um jogo de vida ou morte para a liberdade no Brasil. Se perdermos o jogo, seremos responsáveis pelo sepultamento da democracia no País.” (L. F. D’Avila).

O jornal acredita nessa farsa insana? A liberdade que ele almeja é a de Bolsonaro;

5. Nessa conformidade, criticando Lula como bolsonarista radical, o que quer o jornal? Eleger o filho, um sujeito sempre omisso no congresso, vazio, usuário das rachadinhas e de “imobiliária” para governar o Brasil? Com ele o possível aumento de sua bancada no congresso, significando o aumento da escória legislativa irresponsável;

6. Cai o Lula, confiável, para assumir essa escória que virou o país de cabeça para baixo e acordou uma horda de acéfalos. Claro que, na sua inconvicção, às ações do novo governo, reprováveis, o jornal fará seus editoriais culposos e talvez pífios, por não entender os dias de hoje. Porque a ordem dessa inconvicção é defender o bolsonarismo à socapa.


terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

O "DESCONDENADO" LULA. QUAL CONDENAÇÃO?


Na lava jato houve crise de imparcialidade




O processo lava jato, empolgou o país e execrou Lula que foi condenado pelo juiz Sergio Moro a mais de 9 anos de prisão. Isso em julho de 2017. Lula cumpriu 580 dias.  A pena foi anulada.

Em setembro de 2016 o procurador Dellagnol supreendeu firmando suas acusações com o famoso powerpoint, tendo Lula no centro de uma série de informações que levavam à conclusão de sua culpabilidade.

A dupla empolgava. No meu anonimato, nomeei Moro um potencial candidato duma 3ª via à sucessão presidencial. Esse posicionamento está em artigos neste blog que não deletei.

Com o prestígio que o processo lhe trouxe, em maio de 2018 ele foi eleito, pela Câmara do Comércio Brasil-Estados Unidos, personalidade do ano em festa em Nova York. Deram-se outras homenagens. Na imprensa ele era uma unanimidade.

Mas, nem tanto pelas provas frágeis produzidas contra Lula, e mais pelo vedetismo natural a que foi guindado. Por isso, sua sentença foi confirmada nas duas instâncias superiores, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região e pelo Supremo Tribunal Federal porque ele detinha a aura de incontestável. Quem poderia impugnar a sentença do ídolo da justiça e do direito?

Lembro de manifestação do ministro Gilmar Mendes enaltecendo a lava jato!

As eleições de 2018 passaram e o eleito foi Jair Bolsonaro.

Então, dois elementos básicos fundamentaram a condenção do Lula: um apartamento no Guarujá e um sítio em Atibaia. Valores não foram encontrados. Houve insanidades afirmando que seus depósitos vultosos estavam no Banco do Vaticano. 

E os dois imóveis nunca decidamente comprovados de sua propriedade. E mais, brasileiros da classe média, com recursos de menor monta do que Lula, poderiam adquirir tanto um imóvel na praia como um no campo. Essas aquisições, se existissem, não seriam provas de abusos.

Em meio a esse raciocínio velado mas relevante, foram surgindo denúncias de desvios não desmentidos no andamento do processo, provas se não forjadas, forçadas — denúncias de conluio entre juiz e MP —, escutas ilegais, delações sob ameaça e até festas comprometedoras envolvendo autoridades  — nesse tema não entro!

E todos esses pontos foram se amontoando até que o STF em meio a esses irregularidades, em abril de 2021 anulou o processo da lava jato, com esta linha de entendimento:

"Segundo Fachin, relator, as denúncias formuladas pelo Ministério Público Federal contra Lula nas ações penais relativas aos casos do triplex do Guarujá, do sítio de Atibaia e do Instituto Lula (sede e doações) não tinham correlação com os desvios de recursos da Petrobras e, portanto, com a Operação Lava Jato. Assim, apoiado em entendimento do STF, entendeu que deveriam ser julgadas pela Justiça Federal do Distrito Federal".

Na Justiça Federal de Brasilia atentando para a suspeição do juizo Sérgio Moro, os processos foram arquivados. 

Então, sobraram os imóveis de Guarujá e Atibaia, cuja efetiva propriedade não se comprovou salvo por ilações desqualificadas.

Me parece, depois de conhecer o perfil de Moro e Dallagnol que a condenção de Lula foi um ato forçado, antijurídico, nulo, histriônico.

E o que restou disso? 

Moro, depois de se indispor com medidas de Bolsonaro — ao se demitir do ministério da Jutiça denunciou rachadinhas praticadas pela família — foi eleito senador, como se sabe. Hoje capto que tem ele alto grau de rejeição e fala em se candidatar ao governo do Paraná.

Dallagnol foi cassado em 2023 pelo TSE não pelas suas ações na lava jato, mas por deslizes disciplinares. Para muitos seu perfil inspira rejeição; nas redes sociais ele insere comentários desqualificados que colocm em dúvida seu discernimento para atuar, como atuou, no MP. No tocante ao "powerpoint" o STJ o condenou a indenizar Lula num valor superior a R$75 mil. 

Hoje chego à conclusão de que Lula não é um descondenado como gritam as acéfalos bolsonaristas. Ele sequer foi julgado. Ele foi execrado. O que ocorreu foram manobras de cunho eleitoral sutis, antijurídicas, desprezíveis.

Por essas tantas suspeitas, manobras e manipulaçõe, a lava jato foi desmoralizada.

E eu tenho um pouco de vergonha de ter elegido Moro, politicamente, num dado momento, como promessa de 3ª via.


NOTA DE DIVULGAÇÃO

O "DESCONDENADO" LULA. QUAL CONDENAÇÃO?

Um pouco envergonhado afirmo que no auge da lava jato, elegi Moro como virtual 3ª via no quadro político. 

Mas, com o passar do tempo, informações do processo da lava jato, não houve julgamento propriamente dito. O foco no apartamento do Guarujá e o sítio em Atibaia!

Quanto a esses imóveis digam o que quiserem, no houve prova de propriedade e mesmo que fossem de Lula, qualquer cidadão da classe média com o tempo poderia ter um imóvel na praia e uma sítio.

Com todas as manobras da lava jato da dupla Moro - Dallagnol, este com seu powerpoint acusatório, Lula foi realmente julgado com todos os necessários critérios de imparcialidade para um caso tão momentoso?

Concluo que ele não foi julgado, foi execrado!

Acessar: https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/02/o-descondenado-lula-qual-condenacao.html


 


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

FARSAS QUE ATRASAM O PAÍS

 Há uma ala política, especialmente na Câmara que atrasa o país e faz da farsa discursos que iludem uma comunidade acéfala.










1. Não tem iniciativas relevantes;

2. Não tem projetos relevantes;

3. Profere discursos aos berros, mas rigorosamente demagógicos porque vazios — que diga o líder do partido e o guarda-roupas como cofre;

4. Rejeita projetos sérios porque é iniciativa do “inimigo”;

5. Conta com os “evangélicos” e as orações que destilam ódio;

6. Promove um candidato pelo nome que a tudo critica mas que não tem o que mostrar, conhecido pelas rachadinhas denunciadas pelo aliado Moro;

7. Uma horda dessa ala se realiza em rasgar sandálias por causa de propaganda com atriz da “esquerda” e os mais tolos imitando saci na frente das lojas;

8. Enaltece uma passeata inútil, fantasiosa, que pede liberdade e dela se vale para a promover (incluindo as imprecações), gritam os desocupados que dela participaram “acorda Brasil”, enquanto o país trabalhava; e houve algo de sinistro com o raio que feriu participantes — não parece ter sido só a irresponsabilidade de ter mantido o movimento sob tormenta.

E muitos dessa ala serão reeleitos mantendo a ignorância como jamais vista. São os inúteis fazendo número com o dinheiro público.



domingo, 25 de janeiro de 2026

OS FRACASSOS DA DIREITA SE SUCEDEM.

Atualizado

A caminhada desafiadora enfrentada pelo deputado Nicolas Ferreira e acompanhantes, chegou a "bom termo" saindo de Paracatu  (MG) chegando a Brasilia, 236 quilòmetros vencidos, neste dia 25 de janeiro.

O mote da andança foi o pleito de "liberdade" e a anistia, principalmente ao ex-presidente Bolsonaro preso pelo golpe fracassado e à alguns da massa motivada por sinais das Forças Armadas, por deixarem deslumbrados acampados na frente do quarteis. E deu no 8 de janeiro 2023!

Quantas concentrações se deram pela anistia e pela "liberdade" nestes últimos tempos. Muitos, principalmente na avenida Paulista que se encerraram no final de tarde do domingos e tudo igual na segunda-feira ou pior para os investigados.

Esse movimento do deputado foi inédito na concepção, mas os temas continuaram vagos. Repetiram-se ofensar ao ministro Moraes, ao Lula e os gritos pela anistia. Também liberdade que, se não tivessem, não poderiam gritar por ela.

Faltam fatores relevantes a apresentar como base concorrente, projetos nacionais, reais, que não sejam CPMIs — uma fábrica de papeis que se perde nos arquivos. Faltam valores "morais". 

Vejam, um fato que vai marcar essa caminhada: o raio que caiu no meio dos apoiadores, em Brasília, ferindo mais de 70, muitos hospitalizados. Há quem afirme que houve irresponsabilidade por manter o movimento debaixo de chuva intensa com raios eclodindo.

 

Atendimento aos afetados pelo raio

Li num portal que senhoras evangélicas lavaram os pés do deputado como se fosse ele um ungido. Elas são guiadas por "evangelicos" sem Evangelhos. O outro ungido, aquela da farsa do "d., pátria e família", está preso. É preciso coibir essa ignorância. Pensem no raio...

Certo que essa marcha, amanhã, segunda-feira e mais alguns dias, terá alguma repercussão, depois ficará nos arquivos das redes sociais. Isso porque faltam valores sérios de apoio: esses mesmos se agarraram de modo exacerbado nas declarações do cantor Zezé que cancelou um show no SBT por ideologia; recentemente insânias contra comercial das sandálias havaianas apresentado pela atriz Fernanda Torres da mesma forma e caindo no ridículo de serem cortadas enquanto alguns bolsonaristas, na frente das lojas, imitarem saci.

Esse é o nível dos apoiadores, dos que lavam pés de políticos, distorcem realidades, acrediram em gritos de ordem do tipo "Acorda Brasil", não percebendo que quem "dorme" são esses que gritam.

Bom que se diga que o deputado, jovem, não tem se dado bem em algumas postagens, "fake news" notórias. Irresponsabilidades. Zero de projetos de interesse público.

Mas, eu reconheço que cada vez mais teremos que "conviver" com Nícolas e suas proposições.


NOTA DE DIVULGAÇÃO

OS FRACASSOS DA DIREITA SE SUCEDEM

A caminhada de 236 quilômegtros, de Paracatu a Brasilia liderada pelo deputado Nicolas se encerrou no dia 25. Um modo novo de gritar por liberdade e anistia.

Mesmo sendo um modo novo de fazer esses pleitos, por falta de elementos relevantes     que não sejam os mesmos gritos, deve desaparecer nos arquivos das redes sociais, como tantos outros, incluindo a exploração recente de afirmações do cantor Zezé e os atos ridículos contra as sandálias havaianas.

Essa caminhada também caminha para o fracasso.

Um raio feriu cerca de 70 pessoas na concentração, um ponto que deve estender um pouco a repercussão.

O deputado Nícolas que não se deu bem nas fake news sobre o pix, reconheço que, pela sua juventude, teremos que conviver com suas ações.

Acessar: 

https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/01/os-fracassos-da-direita-se-sucedem.html 



segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

OS TEMAS SÃO DIVERSOS - REGISTROS

MINISTRO TOFOLLI E O ESCÂNDALO DO BANCO MASTER 

Ele não é ministro "café com leite" pelo que tudo que faz tem repercussão nacional. É assim! Os controles que impõe no caso "Master" são constrangedores, insuportáveis. Penso que, para o nome do STF, ele tem que deixar as investigações livres e sair do processo. (X, 14.01.26)








PALMEIRENSE. Essa história da viagem do ministro Toffoli à Lima com avião de advogado do dono do Bco Master não pode ficar no ânimo de torcedor. Esse tema tem timbres de escândalo, até porque o ministro avocou para si o controle do processo escabroso do banqueiro. O STF tem que explicar! (X, 08.12.2025)

► O ministro teria minimizado a viagem que foi entre amigos, mas queira ou não, houve efeitos sobre o "caso" Master no STF.


TRUMP - MADURO - "O PETRÓLEO E NOSSO"








Há tempos, bem antes de Chaves / Maduro, em Caracas, numa viagem de estudos sindicais, pergunto ao motorista a região onde mais dava petróleo. Ele aponta para um terreno de chão batido e responde: 

— Aqui, ali. 

Trump derrubou um ditador? Não, a cena da prisão de Maduro é hollywoodiana para iludir os incautos e “patriotas”. O petróleo é dele. (FB, 04.01.2025)


EMENDAS DO ORÇAMENTO - A OCASIÃO FAZ O LADRÃO?









Já ouvirram aquela "A OCASIÃO FAZ O LADRAO"? As emendas do orçamento fixadas em mais de R$60 bilhões, são uma excelente OCASIÃO para incentivar os parlamentares  "desavisados" e os inescrupulosos. Porque o escândalo dessa verba, a par de vegonhosa e imoral, é um deboche ao povo brasileiro.  (X, 20.12.2025)

A despeito da visão de Machado de Assis, eu ainda penso que a ocasião faz o ladrão


"NÃO ENTRE EM 2026 COM O PÉ DIREITO"








Nos dias do Natal de 2025, a atriz premiada Fernando Torres, contratada pela fabricante das sandálias havaianas para uma propaganda desse produto consagrado, disse esse frase: " não entre em 2026 com o pé direito".
O bolsonarismo acéfalo, numa demontração de ignorância sem precedentes, fez cenas de respulsa às sandálias, cortando-as e jogando no lixo.
Houve vários desses, andando tal saci, na frente das lojas que vendem as sandálias.
Essas movimentações de protesto revelam que essa horda bolsonarista e assemelhados, não tem motivações relevantes para expor suas "ideias". 
E partem para a mediocridade, a ponto de empunharem a bandeira americana contando com a intervenção americana no Brasil, contra o STF e contra alguns ministros.
Essa horda não tem rumo. 

O SBT E O ZÉ NINGUÉM

13.12.2025

Eu não assisto o SBT porque seus programas atingem um público mais afeito a festas e diversões simples. Na verdade mal vejo TV.







Com a morte de Silvio Santos, suas filhas com muito esforço mantém a emissora e uma das filhas, nos domingos suporta com dignidade o antigo programa do pai.

E então, nessa linha decidiram as herdeiras pelo SBTNews, mais um canal de notícias sempre bem-vindo.

Para marcar a inauguração da louvável iniciativa, foram convidadas várias “autoridades” nacionais, aí incluídos Lula, Alexandre de Moraes, o desgovernador Tarcísio de Freitas e outros.

E eis que, então, um cantor Zezé sertanejo, bolsonarista de carteirinha (já foi lulista) resolveu atacar a emissora e as filhas de Santos porque teria, dcmonstrado pelos convidados, se voltado contra o bolsonarismo.

Principalmente no X (ex-Twitter) os bolsonaristas com severa crise de acefalia aguda, tomaram as declarações do cantor e insistem em boicotar a emissora porque certamente queriam entre os convidados, Malafaia, Sóstenes, Motta e outros que tentam tumultuar o país.

Esses bolsonaristas acéfalos que já fizeram o mesmo com o Magazine Luiza, nessa insanidade esquecem que entre os funcionários das empresas “boicotadas” estão contratados… bolsonaristas.

E noto que de modo velado, há boicote em níveis culturais superiores promovido por bolsonaristas ou aqueles assustados com fantasmas comunistas.

Os tempos são de mediocridade.

► O especial do cantor foi substituído por um programa humorístico "Chaves".


NOTA DE DIVULGAÇÃO

OS TEMAS SÃO DIVERSOS - REGISTROS

Esse texto apenas registra publicações minhas que inseri no "facebook" e / ou no X que ora reúno numa divulgação única. São estes os temas:

► MINISTRO TOFOLLI (PALMEIRENSE) E O ESCÂNDALO DO BANCO MASTER 

► TRUMP - MADURO - "O PETRÓLEO E NOSSO"

► EMENDAS DO ORÇAMENTO - A OCASIÃO FAZ O LADRÃO?

► "NÃO ENTRE EM 2026 COM O PÉ DIREITO"

► O SBT E O ZÉ NINGUÉM

Se do interesse, acessar: https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/01/os-temas-sao-diversos-registros.html