Cofrinho cheio
No final do ano de 2023 um banqueiro se sentindo ameaçado pelas trapalhadas e ardis que produziu no seu negócio, um desvio milionário de dinheiro, estava sob risco de sofrer a intervenção e liquidação futura do BC mas, naquele momento, ainda estava "protegido". Porue pelo seu poderio ostentado, "subvencionando" inúmeras "autoridades", contava com a condescendência desses amigos "subvencionados".
Mas, o risco crescia.
Soube de um escritório de advocacia poderoso porque como sócio oculto e influente, havia e há um alto magistrado, muito respeitado e corajoso.
Esse banqueiro, então, contatou esse escritório influente, contando com a proteção daquele sócio influente, um modo de ir se prevenindo dos desvios do seu negócio.
O escritório o encarou na hora da contratação dos serviços.
O escritório desconfiava dos altos risco de virtual escândalo financeiro.
Então, fez uma proposta elevada para não ser aceita pelo candidato a cliente: 3,6 milhões por mês, durante 36 meses, totalizando R$129.600,00.
— Pois eu aceito, respoindeu ele.
Antes de fechar o contrato pelo qual tacitamente não faltariam relações espúrias, o escritório pensou o seguinte:
— Esse elemento está numa fase pré-falimentar; com esse valor mensal por 36 meses o escritório enriquece de modo significativo.
E o sócio oculto, aquele magistrado influente por sua vez ponderou:
— Se der algum problema, uma denúncia, um fraude pesada, a gente administra esse "incidente", mas o que conta é a riqueza amealhada do contrato até eclodir o escândalo, se eclodir...
Deu-se o escândalo, o negócio do cliente foi liquidado.
O que faz o escritório contratado? Administra o escândalo, mesmo que afetando severamente a autoridade do magistrado — tudo a lamentar —, mas a riqueza continua garantida, intocada.
Mal parodiando, o dinheiro aqui soprou um baita vendaval.
NOTA DE DIVULGAÇÃO
Um contrato advocaticio milionário com notório sentido de proteção a um banqueiro semifalido pelos abusos que praticou.
O valor milionário, no seu bojo, continha o "seguro" e a "administração" do escândalo se escândalo comprometedor eclodisse. Enquano isso, havia as relações, digamos, espúrias entre as partes,
E diante do escândalo passou-se a o administrar, mas o cofrinho inchou...
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