sábado, 27 de junho de 2026

"GOVERNO ELEITO" SOB CONTROLE AMERICANO



Flavio e a bandeira americana





Refiro-me à carta do candidato Flávio Bolsonaro, de 2 de junho remetida a Marco Rúbio - secretário de estado dos Estados Unidos - questionando as sobretaxas a produtos brasileiros anunciadas pelo governo americano, coincidindo com os contatos que fizera, junto com o irmão, nos Estados Unidos, incluindo reunião com Trump. Parecera nova investida irresponsável deles como se dera em fevereiro de 2025 com taxações exacerbadas, depois minimizadas em parte.

Pela subserviência que ambos têm demostrado em relação ao governo americano, ponderava-se o nível de influência que tiveram em relação ao anúncio dessas novas sobretaxas e, no tocante, ao pix, o irmão residente nos Estados Unidos, chegara a fazer uma troca desqualificada com o pix daqui e um não igual que vige entre os americanos, um tal "zelle". Para tal troca já acenava o lá residente uma simbiose entre o dois sistemas, naquele sentido equívoco de bajular os americanos.

Ao confirmar que as sobretaxas podem ser aplicadas como decisão de governo, disse na resposta do dia 23 último Rúbio "absolvendo", em tese, as supostas injunções de Flávio:

"... sob liderança do embaixador Jamieson Greer, anunciou em 1º de junho de 2026 a determinação de que certos atos, políticas e práticas do Brasil são irracionais ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos Estados Unidos. A proposta de resposta está aberta a comentários públicos. Essa determinação e a resposta proposta fazem parte de uma investigação iniciada em julho de 2025 sob a orientação do presidente Trump".

(...)

"Essas diferenças incluem comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais injustas, combate à corrupção, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal". 

"Práticas irracionais"! "Desmatamento ilegal"!

Nos bastidores, o Governo brasileiro vem negociando a não aplicação dessas sobretaxas assentadas em irrealidades brasileiras, distorcidas pelos americanos.

"TRANSIÇÃO" DE GOVERNO SOB CONTROLE AMERICANO

Mas, o ponto mais polêmico, que revela a submissão dos bolsonaros juniores em compilhar o governo brasileiro com o governo Trump, se eleito Flávio, se dá na sutiliza deste trecho da carta remetida por ele:

"Como já disse, estou confiante de que serei eleito presidente do Brasil em outubro. Se essa for a vontade do meu povo, estou preparado para colocar minha equipe de transição imediatamente à sua disposição, para que possamos concluir, o mais breve possível, um amplo acordo de comércio e investimentos benéfico para ambas as nossas nações — um acordo fundamentado no livre mercado, no respeito mútuo e na aliança estratégica que nossos d'1ois povos merecem".

"Equipe de transição imediatamente à sua disposição".

Em outros meios de comunicação, eu tenho chamado esses irmãos de irresponsáveis, inconsequentes quanto ao futuro, dessa submissão e, como decorrência, a influência autoritária dos americanos que "compartilhariam" os destinos brasileiros..

Quando chamo essa submissão assumida de irresponsabilidade contra o Brasil, há os que se chocam.

Mas, a resposta de Rúbio foi mais sensata do que o ensaio entreguista de Flávio:

"Observamos seu otimismo em relação às próximas eleições de outubro e sua generosidade em colocar sua equipe de transição à disposição caso seja eleito. Os Estados Unidos estão prontos para trabalhar de forma cooperativa com os líderes escolhidos pelo povo brasileiro para buscar um modelo de comércio e investimento amplo, justo e mutuamente benéfico. Aguardo nosso diálogo contínuo e o aprofundamento da parceria estratégica entre nossas duas grandes nações. Deus abençoe os Estados Unidos e o Brasil."

"Líderes escolhidos pelo povo brasileiro..." [mesmo os não entreguistas].


DIVULGAÇÃO

"GOVERN ELEITO" SOB CONTROLE AMERICANO

Carta de Flávio e resposta de Marco Rúbio

Este artigo tem por objetivo a compreensão das correspondências, a remetida por Flávio e a resposta de Marco Rúbio, saindo das especulações sem que se atenha aos textos.

A polêmica maior foi a oferta de Flávio, se eleito, de colocar à disposição do governo americano sua equipe de transição para entendimentos, entre outros, de "aliança estratégica". 

A resposta de Rúbio foi mais sensata do que a oferta de "aliança estratégica". De qualquer modo, ocorrendo a eleição de Flavio, uma irresponsabilidade para o Brasil, como será contido os interesses americanos no Brasil? 

Acessar:

https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/06/governo-eleito-sob-controle-americano.html

 

 

 


sexta-feira, 26 de junho de 2026

O QUE QUER MICHELLE?






Estava acostumado a ver Michelle nas redes sociais, com um centímetro de maquiagem, fazendo pose de beleza e nada além disso.

Esnobe ao lado de Bolsonaro, insistindo em ser a eterna primeira-dama, esse papel apelativo ou ate ridículo que ainda agrada os apoiadores deslumbrados do bolsonarismo sem olhos às mazelas.

Eis que, no dia do jogo do Brasil do dia 24 de junho ela, surpreendentemente, lançou um vídeo nas redes sociais, de 27 minutos com símbolismos exotéricos em sua jaqueta, nos enfeites ao seu lado e quadros ao fundo, para se apresentar, não como manequim, mas quem disse algo próximo de que "aqui quem manda sou eu".

Sutilmente e a propósito falou do seu "marido-galego" tentando que, mesmo com as estultices recentes de ter ele danificado a tornozeleira e agora, cedendo sua arma a estranhos, com desculpa esfarrapada, apelou pela compreensão e alegando os efeitos de medicamentos que o afetam pelo que continuidade da prisão domiciliar.

Ela diz que cuida dele.

Mas, quanto ao filho mais velho do "galego", revelou todas as suas mágoas pelo tratamento agressivo que ele teria lhe dispensado sempre.

E isso num momento que o candidato Flávio enfrenta críticas severas e de descrédito. Com efeito, é tratado como mentiroso no caso de sua ligação com Master - Vorcaro, se faz de "santo" ao não explicar o destino de um valor de R$61 milhões ou mais que teriam sido remetidos ao Estados Unidos, aos cuidados do irmão que não tem atividade de trabalho, o que permite a ilação de que ele vive de parte dessa fortuna.

A isso se acrescentam os contatos desastrosos de ambos com Trump e assessores que pelos efeitos têm tumultuado as relações entre Brasil e Estados Unidos. Revelam-se submissos e deslumbrados com os acenos incertos de Trump, principalmente o júnior  folgado que lá vive.

Com a divulgação do vídeo, parece que o próprio pai se posicionou contra o filho que ele indicou como candidato à presidência mesmo que com antecedentes complicados, como o caso das rachadinhas, denunciado por Moro e outros que devem ser lembrados na campanha!

E o que me surpreende: seus eleitores consideram corrupção só o dos "outros", ele nada tem com o Master, só o saque de R$61 milhóes ou mais; uma insignificância. São tempos de distorções.

Mas, quanto à Michele, qual o controle que detém ela sobre sua família— com o marido frágil, fisicamente, e dado a estultices —, excluindos, claro, os enteados que não a suportam?  

Então, diante dessa quadro de fragilidades reais, o que quer Michelle devidamente "autorizada" pelo "galego" com o video ? E no qual não dissera tudo?

Não creio que ela queira a vaga do frágil e inapto condidato bolosnarista júnior, dado como mentiroso.

O que quer ela? Ser reverenciada como uma espécie de estrela do partido? Ser a candidata ao Senado com todo o apoio e vigor do PL moralmente frágil.

E, em assim sendo, até que ponto ela vai olhar para o "galego", o "chefe" duma família dividida embora esses atritos tentam ser escamoteados? 

Mais pode surgir desse tanque público. Ela disse que ainda não disse tudo. O desfecho, tudo está indicando, será um excelente enredo de novela de uma família perdida em interesses rigorosamente sombrios.



DIVULGAÇÃO

O QUE QUER MICHELLE? 

Nesse momento frágil do candidato do marido, esse vídeo contudente?

Quer ela se aproveitar do momento do Flávio, dado como mentiroso, envolvido com Vorcaro e tomar o seu lugar? Ser a estrela do partido? Ser a candidata excepcional ao Senado? 

Ela sutilmente defende o marido e sutilmente pede a compreensão pelos efeitos dos medicamentos e a permanência dele em prisão domiciliar. E ele é complicado, agora cedendo sua arma para estranho!

É uma família complicada, que esconde atritos mas tudo leva a crer que a tanque público ainda será usado. Pode se constituir em enredo sombrio de novela.

É só aguardar. Isso e muito mais, acessando:

https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/06/o-que-quer-michelle.html