quinta-feira, 23 de julho de 2026

A MENTIRA E A FARSA COMO MÓVEL DE CAMPANHA

 





As eleições estão chegando e com elas a revelação dos perfis dos candidatos, especialmente aquele principal da dita direita radical e nele, há muito de farsas e mentiras em sua campanha que ele já não consegue esconder.

Parece que sua campanha contratou uma horda delinquente que, para atacar Lula, se vale do baixo calão extremo, do ataque pessoal, de ilações torpes porque já não se esconde a preocupação de que pelas vias civilizadas, a campanha dele marca passo, num sobe e desce que não dá segurança de êxito.

E quanto ao modo de agir do candidato, o bolsonaro júnior, ele também berra impropérios contra Lula, grita inconsequências para agradar uma "plateia" acéfala, sem nada provar.

Mas, nas suas farsas, se ajoelha perante 'pastores evangélicos' que o abençoam em cena patética.

E se revelou um mentiroso "corajosos" ao afirmar que nada tinha com o Master-Vorcaro quando, na verdade, ele fora cobrar do banqueiro preso, um valor não desmentido de R$61 milhões, dos quais não prestou contas e remetidos aos Estados Unidos aos cuidados do irmão. Parte desse valor, sustenta o irmão que agora comemora o "green card" obtido nos Estados Unidos? Eu me pergunto se as atividades do irmão, por lá, não são, efetivamente, a de mandrião!?

Nova denúncia recente no seu envolvimento com Vorcaro: recebeu R$500 mil do esquema do Master...

E ele vem mentindo descaradamente e, pior, o Judiciário não o cobra por esses escândalos lucrativos e públicos. Ele permanece impune, talvez por algum favorecimento "evangélico" supremo.

E não só isso. O seu envolvimento e de seu irmão, subservientes ao governo Trump que aguçaram os interesses dos americanos de taxar exportações brasileiras; as últimas sobretaxas, com a farsa de secretário Marco Rúbio que, por falta de argumentos e fundadas em falsidades, culpou o "ego" de Lula pelo fracasso nas negociações. Até quando essa farsa descarada? 

E nessa pressão americana tentando a subserviência brasileira, bem a gosto dos irmãos bolsonaros, há a questão do pix que o irmão "americano" chegdou a sugerir um acordo com o sistema "zelle" de lá, um modo de servir aos interesses dos Estados Unidos de Trump.

Senador vazio, para não dizer nulo, ele está aí com todos seus abusos, as rachadinhas, suas mentiras, envolvido com o escândalo Master até o pescoço. E repete a farsa do pai sobre as urnas eletrônicas para criar fatos políticos, com ilações de que elas podem ser fraudadas, numa posição ambígua e irresponsável.

E pela distorção ou pela mentira como fez há pouco numa "compra"num supermercado fazendo falsas comparações de preços. 

E então, esse senador medíocre, subserviente aos Estados Unidos do modo mais inconsequente, mentiroso descarado, envolvido no escândalo Master como poucos, vem sendo sustentado pelos celerados e irresponsáveis nacionais, porque "ele pode vencer Lula". E a ética, que conversa e essa?

Mais que irresponsabilidade é uma traição ao país sustentar essa candidatura caricata.

Eis porque Lula-Alckmin não podem deixar o governo.