domingo, 20 de outubro de 2024

QUESTÕES QUE TRANSCENDEM AS EXPLICAÇÕES DA CRISE CLIMÁTICA











Há algo além da ação nefasta do homo sapiens sobre o ambiente que vai sendo perversa e irresponsavelmente devastado.

"Ambiente", no caso é tudo aquilo que se pode colocar no universo da Natureza da Terra: as florestas e os vegetais, os animais e, ainda mesmo com as insânias e guerras que praticam, os seres humanos.

O planeta suporta e sustenta essas três manifestações mas só um deles depreda aquilo que muitos esclarecidos dentre eles informam ser aqui o "nosso lar".

Todos os adjetivos foram e têm sido empregados para descrever a devastação das florestas em larga escala e, essa horda de ignaros não pensa nos efeitos futuros desses atos perversos porque a linguagem do dinheiro é aqui e agora.

Então, uma árvore centenária não tem o valor dos séculos em que floresceu atingindo um tamanho majestoso. Não. A avaliação se dá por metros cúbicos e o quanto renderá.

Não se olham as fontes que ela eventualmente alimenta irrigando a terra, a captação de carbono da atmosfera retribuindo com oxigênio, melhorando o ar nestes tempos de poderosa poluição.

Nesse processo a árvore mantém a umidade do ambiente e favorece, em larga escala, as chuvas como ocorre, ainda, na Amazônia e, a partir dela, em amplas áreas do país.

São conceitos elementares, o lugar comum nestes tempos?

Podem até parecer mas não são. 

Nos dias atuais, com tanta devastação que se dá também pelos incêndios provocados na Amazônia e outros biomas importantes, as chuvas minguam, os rios secam, a fauna é morta nesse contexto de insanidades que todo mundo vê mas que, em termos de ação pouco se faz, salvo os discursos que são eloquentes mas que se perdem na demagogia.

Todo mundo vê os pastos se multiplicarem dando-se a crueldade duplicada: contra a floresta que tempera o clima do planeta e contra os animais, criados para consumo.

Há vozes conscientes de que o consumo de carne deveria diminuir. E a carne está tão presente na culinária que a picanha, aqui no Brasil, virou mote desqualificado de política num embate pobre e ridículo.

É preciso reverter essa devastação e, na contrapartida, ampliar com urgência reservas florestais fiscalizadas. Promover campanhas constantes de sua importância. "Plante que a Natureza garante".

Sintetizando, estamos vivendo momento muito grave do ponto de vista ambiental a ponto de, nesse desequilíbrio notório, ter chovido há pouco de modo copioso no deserto do Saara formando-se lagoas que, sabe-se, não se sustentarão porque se trata de uma anomalia climática.

Como considerar as enchentes recentes no Rio Grande do Sul? Que anomalia foi aquela?

As plantas estão aí, elas crescem, milhões cuidam dos jardins, das flores, tocam nas pétalas duma rosa sem atinar como aquele tecido frágil foi criado ou colhem laranjas suculentas no pé, sem perguntarem como a laranjeira levou a água até lá no alto e criou o fruto. 

Ora, porque a terra dá os nutrientes, dirá alguém simplificando. As raízes. Esse é um pensamento limitado.

Tenho lido e ouvido filósofos que formulam frases bonitas e edificantes, desde a Grécia antiga, alguns hoje fazendo pregações de autoajuda, mas não há quem se arrisque em explicar sobre a eclosão da própria vida e como ela se encerra. Após a morte tudo se finda no cemitério ou a alma revive numa reencarnação futura continuando o aprendizado onde havia parado? A Terra é um planeta de penitências tais as desigualdades reinantes?

E Deus, o Criador? 

Quem comprova o big-bang? Não se trata de uma ficção conveniente? No universo são bilhões de estrelas, planetas e corpos celestes. Qual poder mantem essa harmonia?  

Tudo se debate, mas não há quem ultrapasse esse enigma da existência, da vida e seus desafios. Há um destino traçado?

Tenho constatado que, a qualquer avanço filosófico nesses desafios, se impõem novas indagações mais difíceis de responder. 


Os animais não são vegetais, não é a terra o seu nutriente, mas o que ela produz. Não estão neste planeta por acidente. 

Eles aqui estão para, a seu modo, sobreviverem com o homo sapiens. O home sapiens deveria os tratar com compaixão.

Mas, não é assim. Tanto quanto as florestas, eles são trucidados por maldade ou para suprir alimentação. Fizeram parte de rituais ditos religiosos. E há, ainda, caçadores insanos.

De um modo geral, eles se apegam aos seres humanos que lhes dão carinho: há cenas de músico tocando instrumento afinado que atrai bois e vacas que, "surpresos", se aproximam da fonte do som suave.

Os animais domésticos são o maior confirmação dessa aproximação e não escondem o amor que devotam aos seus protetores.

Os seus protetores defendem os animais até o momento em que a refeição cotidiana é completada com nacos de carne. E aí não se pergunta se aquele pedaço é resultado de crueldade extrema nos matadouros. 

No seu livro "Sapiens - Uma breve história da humanidade", Yuval Noah Hararia relata crueldades indescritíveis contra o animais, relatando o caso das porcas e seus filhotes que ficam confinados em caixotes, em engorda, sem poderem se mover ou buscar comida no chão. (*)

É para pensar no possível choque que se dá nas forças de criação da Natureza essas mortes cruéis aos milhões por dia.

Essa crueldade aos animais não explica os conflitos que se sucedem no Planeta, essas guerras absurdas, o ódio, o genocídio, a intolerância política e religiosa e os assassinatos? 

Tudo está ligado ao Todo.

Pelo modo como o homo sapiens vem agindo no planeta percebe-se, se nada mudar, que os ataques ao meio ambiente tendem a afetar o ânimo do planeta em suportar e alimentar todos os seres vivos, nestes incluídos os vegetais. 

E não se esqueçam os oceanos que se transformam em depósito de resíduos tóxicos e lixo.


O livro é de 1909 e seu conteúdo aborda temas da existência do ponto de vista místico, buscando explicações sobre os mistérios da vida, da morte, a "lei" da causa e efeito. O autor recomenda o vegetarianismo por tudo o que sofrem os animais sob o poder do homem e sua impiedade. O trecho é longo que transcrevo mas tem tudo a ver com o que tento transmitir: 

"Este mundo em que vivemos é governado por Leis da Natureza. Sob essas leis devemos viver e trabalhar, e somos impotentes para modificá-las. Poe conseguinte, se as conhecermos bem e cooperamos inteligentemente  bem com elas, essas forças-naturais tornar-se-ão nossas servidoras mais valiosas, como acontece, por exemplo, com a eletricidade ou a força expansiva do vapor. Se pelo contrário, não as compreendermos, e em nossa ignorância agirmos contrariamente a elas, podem as mesmas converterem-se nas mais perigosas inimigas nossas, capazes de destruição terríveis". 

E o Autor prossegue, dando a sua mensagem mística:

"Assim sendo, quanto mais nos familiarizarmos com os método de trabalho da Natureza, que é um símbolo visível do Deus invisível, tanto melhor poderemos aproveitar as oportunidades e vantagens que se oferecem para crescimento e poder, para nos emanciparmos das limitações, e para nos alçarmos à perfeição". (**)

Essa admoestação sobre os abusos contra a Natureza, 115 anos passados, vão se confirmando. Esses desatinos têm que ser contidos urgentemente. Tal qual um corpo doente que precisa de tratamento, só há um caminho: o da cura e da recomposição. E, sobretudo, uma mudança de mentalidade de tal modo que o planeta deixe de ser considerado a oficina do mal, um depósito de lixo e entulho para ser enxergado como a casa de sobrevivência ainda bonita a ser rigorosamente preservado, para todas as formas de vida.


Referências

(*) Acessar: SAPIENS UMA BREVE HISTÓRIA DO TEMPO

(**) Max Heidel - Conceito Rosacruz do Cosmos


quarta-feira, 2 de outubro de 2024

O BULLIYNG DO IRÃ NOS ATAQUES A ISRAEL



Lula, de modo "silencioso" se alia ao Irã que financia o Hamas e o Hesbollah




Não me canso nos artigos que aqui escrevo divulgados de criticar Israel pelo morticínio que provoca na faixa de Gaza e agora no Líbano. Para não dizer que se trata de genocídio usei, sempre, a palavra morticínio!

É um drama terrível que passa o povo palestino sujeito à morte iminente com bombas caindo sobre suas cabeças, sem poupar hospitais, escolas, crianças em desespero. E a sofrimento pela fome.

E, então, o presidente Lula no seu discurso insosso, repetitivo — que se autoelege o "paladino da paz", mas é parcial na análise, talvez sob a influência ultrapassada de Celso Amorim — porque avalia as consequências e não a causa real que está por trás dessa tragédia.

O que é o Hamas? O que é o Hesbollah? São grupos que querem o fim de Israel - convertendo o país a mera terra arrasada, desértica e nada mais. 

Mal comparando, o tipo perverso e odioso de bulliyng!

Mas, o que seriam esses grupos paramilitares, que não sejam grupos terroristas que se apoiam naquele objetivo? Israel não age de modo exemplar na Cisjordânia mas esse tipo de atitude poderia ser resolvida em sérias negociações.

Volto ao bulliyng.

Por trás desses grupos de ódio, está um país que se resguarda, demonstrando a falsa inocência, que os sustenta, porém, querendo, como se diz popularmente, esperando o circo pegar fogo: o Irã. É o Irã que mantém esse permanente estado de ameaça a Israel sujeito a esse bulliyng de modo permanente, e isso já há anos.

Então, em lugar de apenas criticar Israel pela truculência na sua reação, é preciso identificar o principal agressor que é o Irã.

Como estariam o Hamas e o Hesbollah sem as bombas do Irã? 

Irã financia o Hamas e o Hesbollah, se faz de inocente mas sua reação de agora confirma que faz parte do bulliyng como principal agressor pelos seus mandantes. 

Então as críticas de Lula a Israel é uma farsa porque o pivô dessa tragédia é o Irã que vem sendo poupado.

Não de hoje Lula se submete a determinadas autoridades mundiais, à reverência exacerbada. 

Agora, com o BRICS, Lula deverá se relacionar com o ayatollah Ali Khamenei — líder supremo do Irã — ou quem o substitua e, claro, nesse caso, nada de algum tipo de confronto ou crítica ao novo "aliado" que rejeita o Ocidente. Só espero que não chame o iraniano de "irmão", como fez um dia com Kadafi.

Lula é um equivocado notório na política internacional e nos conflitos. Melhor que se calasse.

Guerra Rússia - Ucrânia

O "paladino da paz", o Lula se une à China e se apresenta como negociador para pôr fim à guerra Rússia - Ucrânia.

Ora, a China é aliada da Rússia e Lula é um tipo de submisso ao poder de Putin. O que pode surgir de real de uma proposta desses aliados ao encerramento da guerra?

Simples: a Rússia fica com todos os territórios que invadiu num processo de agressão inaceitável. 

Ele demonstra quão vivo está a sua síndrome de "Cuba libre" que empolgou a esquerda de sua geração e da qual não se libertou ainda. Tudo contra o Ocidente, contra os Estados Unidos, principalmente.


E seu posicionamento é de tal modo incoerente que silencia sobre a ditadura na Venezuela e o desprezo que Maduro, o bronco, demonstrou a ele, Lula, na fraude das eleições que o "reelegeu" e a perseguição que faz aos adversários.

É um equivocado.


NOTA DE DIVULGAÇÃO

O BULLIYNG DO IRÃ NOS ATAQUES A ISRAEL

Este artigo é de outubro de 2024 e se refere ao morticínio terrível imposto aos palestinos em Gaza, pelos comandantes de Israel, a farsa das tratativas da paz entre Rússia-Ucrânia, desde que os russos fiquem com os territórios "conquistados" aos ucranianos, posição idêntica de Lula e Trump. Agora os Estados Unidos atacaram o Irã e suas usinas nucleares e Trump disse que os iranianos fazem bulliyng contra Israel financiando o Hamas e o Hesbollah. Eu sugeri a ocorrência desse bulliyng no artigo escrito há oito meses e ainda atual. Republico com alguns ajustes;



quarta-feira, 25 de setembro de 2024

MEMÓRIA: MANAUS 50 ANOS DEPOIS





Queimadas na Amazônia






Trabalhar em multinacionais, alguns funcionários são escalados para viajar para o exterior em muitos casos, como o meu caso, para um aprendizado: fui conhecer as estratégias de negociações coletivas sindicais nalguns países da América Latina. Isso em 1975.

Então, depois da Argentina, Colômbia e México, a última escala, voltando, foi a Venezuela.

Nesse país, a Chrysler tinha uma fábrica, um galpão, mas montava aqueles carros enormes, equivalentes ao Dart, Le Baron, Charger...

Pergunto ao motorista em quais regiões na Venezuela o petróleo existia.

Vaidoso, o venezuelano me respondeu apontando terrenos baldios:

— Aqui, ali em todo lugar.

O bolivar — moeda venezuelana — era cotado a 50% do dólar, significando que o cruzeiro na Venezuela era moeda fraca.

Depois desse último compromisso, entrei no Brasil por Manaus, e lá fiquei uns três dias até que surgisse um voo disponível, conveniente, direto para São Paulo.

Nesses poucos dias me entrosei bem com os costumes manauenses, os passeios, o teatro no Largo de São Sebastião, àquele rio-mar todo, os barcos, "tudo" girando em torno do Rio Amazonas.

A floresta nem estava tão longe da cidade um orgulho e uma característica: a regularidade das chuvas à tarde Ouvia-se o "dialogo clássico":

— Olha à tarde, depois da chuva nós nos encontramos na rua Sete de Setembro, no lugar de sempre.

— Não vai dar, melhor que seja mais cedo, antes da chuva.

Essa a realidade há 50 anos.

Hoje não só Manaus, mas o Estado do Amazonas sofrem com seca perversa e a explicação é simplista demais: isso se dá pelas mudanças climáticas.

As mudanças climáticas começaram, na verdade, a partir da selva amazônica sob exploração criminosa, o desmatamento ilegal em busca de madeira e, não adianta negar, a exploração agropecuária que exige, também, o desmatamento.

E agora a insanidade explícita provocando incêndios imensos, vitimando os animais e pássaros que vivem no seu interior numa ligação ecológica não totalmente explicada ainda e que vai sendo destruída num quadro de irresponsabilidade inimaginável.

Com aquele quadro que presenciei naqueles poucos dias há 50 anos, as chuvas constantes, aquela vibração inexplicável de vida em grande escala, os grandes rios vivos suportando tantas atividades e sustentando tanta gente que me ocorreu um dia, há cerca de 40 anos, que tudo aquilo era potencialmente um risco à exploração desenfreada.

Dai porque, na imprensa regional, que chamo "nesse meu canto" quando me refiro  a ela, apontava a devastação crescente que prenunciava o pior. Em setembro de 1984 (há 40 anos), escrevi sobre os "fazedores de desertos" com as indagações da época, do que  dou um trecho do artigo publicado no ABC:

"Aqui já nos manifestamos numa linha ecológica que nos parece, daqui para frente, numa progressão geométrica o grande desafio que enfrentaremos, não como demonstração piegas de “amor à natureza”, mas como elemento de sobrevivência.

Enquanto isso, os técnicos, diante dos fenômenos naturais incomuns que se intensificam no mundo todo, costumam achar explicações científicas e racionais concluindo, em outras palavras, que se trata de um capricho da natureza.

(...)

Dessa forma, acima dos cálculos e dos gráficos, latentes e poderosas permanecem as mensagens intuitivas que, silenciosamente, vão nos dando a medida das coisas. E a essas, não é nada coerente ignorarmos.

A natureza age com outras forças. Notem os prognósticos dos meteorologistas, cuja única tarefa é analisar as condições do tempo. Passam horas diante dos seus instrumentos e gráficos e com que frequência erram em suas previsões.

Todas essas conturbações que estamos vivendo tendem a se intensificar. As enchentes no Sul (claro que não se referem à tragédia deste ano no Rio Grande do Sul), além do desmatamento indiscriminado e irresponsável ao longo de décadas, se deve (a despeito dos desmentidos técnicos), à imensa reserva aquática debitada à Usina de Itaipu que passou a representar o desequilíbrio maior numa região já sensível aos efeitos das frentes frias".

Sim, com as catástrofes ambientais que se repetem estamos nos aproximando de um tempo em que a preocupação será a sobrevivência do homo sapiens.

E o que fazer?

Começar a refazer tudo o que foi desfeito, com urgência.

Utópico? Parece, mas não é.


sábado, 31 de agosto de 2024

MUSK, O X E O JOGO DA EXTREMA DIREITA


 

Como agiu o X e seu dono, Elon Musk em relação à política brasileira?

Participo do portal, tenho a dizer que no X cabe de tudo, desde vídeo de assassinatos, pornografia até mensagens golpistas e ridículas da política  brasileira.

Aquela horda de acéfalos, indigentes mentais que nunca demonstraram interesse pela melhoria do próprio país mas o de denegrir os que derrotaram o totismo (de totem) bolsonarista e tudo o que se contrapõem ao Bolsonaro, como um modo de compensar sua derrota, eis que ela se deu por absoluta irresponsabilidade nos seus quatro anos.

Silas Malafaia o blasfemo que no meu modo de ver, do ponto de vista da religiosidade é a voz demoníaca no "evangelismo", guindou o seu totem como "ungido" mas que errou na profecia ao lhe dar vitória, é um dos aliados que lutam pelo caos. Ele chamou Moraes de "desgraçado", a linguagem de um "pastor" de botequim.

A situação chegou a tal ponto do abuso e do cômico que uma comissão de deputados — incluindo o Dallagnol que antes fora o herói do powerpoint — foram aos Estados Unidos, dom dinheiro público apelando para deputados trumpista a "invadirem" o STF que segurava e segura o radicalismo e o golpismo. O neto de Figueiredo por diversas vezes manifestou a esperança de que a "tropa" dos americanos interviessem no STF.

Quem eram os "censurados"? 

Radicais indigentes, três deles vivendo nos Estados Unidos como fugitivos da realidade brasileira. 

Desavergonhados, falam em censura e ditadura, mas defendem o golpismo e ignoram a censura e a tortura do pós 64 de onde proveio Bolsonaro — que já homenageou torturador — classificado naqueles tempos de mau militar.

E qual a atitude de Musk? Convencido de que a extrema direita, pelo baixo calão adotado por essa horda inconsequente, desrespeitava qualquer manifestação quer de Alexandre de Moraes, quer do STF — e quem se opusesse era duramente criticado (a). Da irreverência, Musk passou ao deboche, não cumprindo decisões do Tribunal a par de instigar alto e bom som que não acataria decisões do Tribunal. Nesse delírio, instigou questionamentos às eleições que derrotaram a incompetência, "pelo ouvir dizer", criando uma situação insuportável. 

Depois de tudo isso, fora ele pego por um detalhe "inesperado": o X não tinha representação legal no Brasil.

A situação insuportável que ele criou foi resolvida por esse detalhe. O X está fora no Brasil.

Gritem à vontade os "prejudicados"...