"Conspirações"
Por tudo o que tenho visto e ouvido de Flávio Bolsonaro, desde as denúncias de Moro quando saiu do Ministério da Justiça, sobre as rachadinhas e outros, sua atuação sofrível como senador. e mais agora com as mentiras no escândalo Master-Vorcaro, eu o tenho como um político de baixa responsabilidade, desprovido de discernimento que se situa, quando muito, numa média com dose de condescendência.
Então, em sua confirmação como candidato na convenção do PL ele convidou o Milei, um notório fanfarrão argentino e, com ele, ensaia passinhos de dança!
Mas, muito além disso, ele anunciou há dias, algo que significa ter convencido os Estados Unidos de Marco Rúbio a no minimo questionar a eficácia ds urnas eletrônicas nas eleições presidencias.
Foi ele que, sutilmente, de novo, inseriu o tema na sua agenda torpe.
Com efeito, no dia 21 de julho, numa palestra a embaixadores, repetiu a farsa do pai sobre as urnas eletrônicas com ilações de que elas podem ser fraudadas, mas "confiando" nelas, numa posição ambígua e irresponsável.
E dá-se, então, o meu direito em acreditar que, com as manobras do secretário Marco Rúbio, que há sim, uma conspiração contra o sistema eleitoral brasileiro.
Eventos depois da palestra de Flávio aos embaixadores no dia 21:
▪ 24.07: O jornal "The Washington Post" revelou que os Estados Unidos preparavam o envio de funcionários do Departamento de Estado com a missão de propagar suspeitas sobre as urnas brasileiras e sobre as próprias eleições. Claro que os americanos desementem essa intenção como têm feito em outras ações no planeta;
▪ 24.07: O Governo brasileiro negou o visto aos americanos "observadores" como não poderia ser diferente;
▪ 26.07: Trecho de artigo de Lula no The Washington Post: "Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras".
E nisso tudo há os "ingênuos" ou coisa pior se perguntando se criticar as urnas eletrônicas passou a ser crime. Crime não e, mas nesse quadro de má índole, ou é uma irrespnsabilidade ou má fé da turma do tumulto, os marchadores, rezadores de pneu, bebedores de detergente...
MARCO RÚBIO
Por falar em "mentiras" o Secretário de Estado americano, para afastar a (ir)resonsabilidade dos bolsonaros sobre a elevação da elevação das tarifas contra o Brasil, um ato no qual faltou seriedade e veracidade, Rúbio se referiu ao "ego" de Lula para que as negociações falhassem.
Eis aí um conjunto de farsas ideológicas-conspiratórias.
Marco Rúbio, visando o previsível domínio que terão os Estados Unidos sobre o Brasil se eleito o Flávio, vai armando estratégias para fortalecer a ele e o irmão que lá vive, deslumbrados pela falsa recepetividade que gozam e os submeter, depois, ao poderio americano.
Rúbio é cubano-americano e vejo nele alguma inspiração em Fidel Castro que pretendeu exportar a revolução cubana ao planeta. Ele, Rúbio, tenta o mesmo com a "revolução" trumpista, até agora um fracasso soberbo.
NOTA DE DIVULGAÇÃO
NÃO SÓ INDÍCIOS DE CONSPIRAÇÃO ELEITORAL
O candidato Flávio demonstra pouco discernimento e responsabilidade;
Não se substime a sutileza de suas observações às urnas eletrônicas e à vinda vetada de "observadores" americanos para, seguramente, questionarem as eleições se não eleito ele;
Sutil, também, a conspiração americana e há os "ingênuos" que dizem não ser crime criticar as urnas eletrônicas. Ciscam na superfície
Marcos Rúbio é cubano-americano, e vejo que ele se inspira em Fidel Castro para exportar, agora, a "revolução" trumpista - que tem sido um fracasso.
Acessar:
https://martinsmilton2.blogspot.com/2026/07/nao-so-indicios-de-conspiracao-eleitoral.html

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