Eu sei do Lula desde os idos na década de 1970 e depois na greve de 1978, quando tudo começou. Eu trabalhava na Chrysler de São Bernardo e Santo André.
Lula
venceu:
►Essa direita medíocre que se valeu da truculência;
►Trump e Marco Rubio e o interesse em se
aproveitar das terras raras e virtual intervenção no Brasil;
►Os bolsonaros, os seus aliados inconvictos,
oportunistas e arrogantes. E a aventura com Flávio sem currículo de trabalho.
Só o filhinho!
►Os “evangélicos” que cospem nos Evangelhos e o
malafascismo;
► O ódio de deputados e senadores, os
mentirosos e irresponsáveis vazios, incluindo os jovens do “futuro”;
►A dupla sombria da “suja jato”, Moro e
Dallagnol que atacaram a biografia de Lula pelo ódio e não com provas. Para
Dallagnol, Lula é o “nine”. Eles são a prova cabal que o Brasil elege
mediocridades;
►Toda a direita europeia;
►O trumpismo da América do Sul.
E isso com 81 anos de idade. Sou um pouco resistente, mas há algo de ungido nesse cara que conheci no ABC e um dia escondidinho atrás duma coluna, fui assistir uma assembléia no Estadio da Vila Euclides, no dia seguinte aos voos razantes de helicópteros militares sobre a cabeça dos milhares de metalúrgicos grevistas que lá estavam.


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