sábado, 4 de julho de 2015

RESENHAS DO QUE VEJO HOJE




“Doações legais” de campanha: foi (mais ou menos) assim:

As empreiteiras praticavam de modo absurdo o sobrepreço nas obras da Petrobras, em milhões de dólares, essa dinheirama entrava parte no seu caixa 2 e parte como contabilização de faturamento e aí se dava o seguinte: valores do caixa 2, distribuídos em forma de propina aos diretores corruptos da Petrobras. Os valores contabilizados como faturamento (lucros), eram destinados às “doações legais” ao PT  incluindo as campanhas de Lula e de Dilma.   

E eles não sabiam de nada

Essa corrupção na Petrobras se intensificou a partir do governo Lula e do de Dilma nem se fala. Algo assim: antes, propina de  R$100 mil, depois, com eles, US$100 milhões.
E ambos de nada sabiam, nem Dilma como Ministra das Minas e Energia e nem como Presidente do Conselho de Administração da Petrobras.
Esse “estado de ignorância” cansa, sabem!

A hipocrisia de Lula: críticas a Dilma

Lula, com a mentalidade de ex-metalúrgico, nos seus redutos, critica o ajuste fiscal, depois o modo de governar de sua afilhada Dilma. Agora, para disfarçar, diz que ela tem que viajar mais, reza para que ela não perca a serenidade e que ela tem que se apoiar no ombro do povo.
Vá esperando, pelo menos nestes tempos.

Quanto a Lula, não fala coisa com coisa mas, sobretudo, tenta se isentar de tudo o que se passa e comprometa a ele e seu partido com os deslizes e trapalhadas de Dilma.
A operação “lava jato” anda por aí...

O isolamento de Dilma

Os atuais 9% de apoio ao seu governo provém daqueles petistas que sabem ou que não sabem o que se passa mas se mantém firmes como se vivessem em Marte. E também dos desinformados que assistem novelas da Globo.
O que ela recebe de repúdio hoje começou com o discurso vergonhoso no qual anunciou a diminuição na conta da energia elétrica, antes das eleições. Não me canso de apontar isso.
Uma aventura louca, impensada!
E deu no que deu.
As coisas estão bem ruins para ela. 
Essa rejeição pesada, esse zum-zum de renúncia e outros.(1)

Desmatamento na Amazônia

A “operação lava jato” e, de certo modo, a corrupção na FIFA, desviaram a atenção para um problema crucial: o desmatamento na Amazônia.
Informações precisas indicam que em 16 anos (1997/2013) foi devastada área de 248 mil km², extensão equivalente ao Estado de São Paulo.
De agosto de 2014 a maio de 2015 o desmatamento foi de 2.286 km². Essas informações são reveladas de modo pouco destacadas pela imprensa.
Embora ela não esteja por aqui para cumprir a promessa Dilma, na recente visita aos Estados Unidos prometeu que até 2030 estará zerado o desmatamento ilegal da floresta e, simultaneamente, recuperará área de 120 mil km², equivalente á metade da extensão do Estado de São Paulo.
É bom que a fiscalização se intensifique (?) e o reflorestamento se dê o quanto antes porque se assim não ocorrer, daqui a 15 anos, bem mais que o equivalente a um Estado de São Paulo, da Amazônia estará degradado. (2)

Carlos Lacerda e a TV Globo

Em 1976, quando Carlos Lacerda – um dos políticos mais influentes da história da República - explanava suas memórias que se converteu em suas “Memórias” -, sobre seu afastamento da imprensa, disse (repito, em 1976):
"E o fato de a televisão depender, como depende, tão escravamente do arbítrio do governo faz com que o governo possa, por exemplo, dar uma relativa liberdade à imprensa. Não acho mérito, nem vantagem nenhuma. Eles não correm risco nenhum. O “Estado de São Paulo” pode publicar o que quiser, mas as pessoas estão ouvindo a TV Globo”.
O domínio Globo vem de longa data, está impregnado. Quem se habilita?

Jogadores de futebol da seleção: cristais

Nos meus tempos memoráveis de São Caetano do Sul, acompanhava o futebol varzeano. Eu torcia muito pelo São Cristóvão, cujos rivais principais eram o Corinthinha, o Tamoios e o Vila Alpina.
Seus jogadores jogavam de sábado e no domingo valendo os pontos do campeonato.
Na segunda-feira voltavam ao trabalho, carregando meio boi ou sacarias.
Tivemos jogadores fortes, sem frescura, nas copas de 1958, 1962 e 1970.
Hoje, os jogadores do Brasil, assumem que são de cristal e cheios de tatuagens ou cortes de cabelo ridículos.
Esse Tiago Silva cuja cabeleira esconde suas fraquezas especialmente nos 7 x 1 contra a Alemanha do qual foi pivô. Esse Daniel Luiz que saltita na área como voleibolista. Um Nilmar fugidio...
A gente torce contra o Brasil, por causa do desinteresse e grossura desse time de segunda (!).
Esses caras, com essa mentalidade, essa frescura, o monte de dinheiro que amealham no exterior e esse futebol mediocridade não vão longe não. Torçamos (?!) para que pelo menos a seleção se classifique para a Copa do Mundo. (3)


Referências (artigos anteriores sobre os temas):

(1) 10.03.2015: "Foi mais ou menos assim"
(2) 01.11.2014: "Degradação da Amazônia e do Cerrado"
(3) 08.07.2014: "Fuleco: aos supersticiosos"

terça-feira, 10 de março de 2015

FOI MAIS OU MENOS ASSIM...(A crise que enrosca Dilma e o PT)



Em janeiro de 2013 em discurso, que hoje considero vergonhoso, a Dilma anunciou a redução da tarifa de energia elétrica. O Tesouro Nacional passou a bancar a diferença perante as distribuidoras.

Depois, em março de 2014 em carta ao Estadão a Dilma informou que autorizou a compra da refinaria de Pasadena em 2006, então na qualidade de presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, tendo como base um breve relato, falho, disse, atribuído ao diretor da área internacional da empresa, Nestor Cerveró.

Um escândalo de má administração da Dilma, situações por demais estranhas.

O presidente da Petrobrás, então, era José Sergio Gabrielli, um tipo de executivo – boy de luxo de Lula.

Espocaram os escândalos não só dos prejuízos de Pasadena como os da rapina na Petrobrás.  Dilma e Lula nada sabiam.

Aí, para desviar a atenção, culparam o governo de FHC por tudo o que tinha de pior quando sabidamente a “instituição-propina-Petrobras” foi oficializada em 2003 no governo Lula.

Na campanha presidencial Dilma prometeu e mentiu e no que prometeu não cumpriu.

Ganhou as eleições meio na bamba com os votos predominantes no NO/NE mais Minas e então a verdade veio à tona: o repasse do rombo nas contas de energia elétrica para a população, sem reservas para pobres e ricos, aumento de impostos, do combustível e mexidas importantes em alguns benefícios previdenciários e trabalhistas que dissera que não faria nem que a vaca tossisse.

Isto é falseou e mentiu em campanha de modo descarado. Agora paga o preço da rejeição, das vaias e do recente panelaço. E do deboche nas redes sociais.



Os que não são seus eleitores e muito dos que nela votaram estão perplexos e o PT na sua arrogância minimiza o que se passa.

Sabe-se que um grupo deles sondou FHC para uma maneirada na situação da Dilma e do governo.

FHC e o PSDB dizem que não interessa o “fora Dilma” até porque o substituto seria ninguém menos que o oportunista e insosso Michel Temer.

Mas, apoiará as manifestações populares, disseram.

Eu sei, eu sei. Se a situação politica se agravar chegando ao processo de impedimento de Dilma, o PSDB não será culpado, culpado serão os movimentos populares que ele apoia. O senador Aloysio Nunes Ferreira quer ver Dilma “sangrar”. 

Ora, ora, não é a mesma coisa que apoiar o impeachment, pois.

O Lula, por sua vez, temendo a rejeição a Dilma nas manifestações de rua, convocou o exército do MST, tendo como general o Stédile. Para mostrar que o exército está restaurado, reconstituído e irresponsável, recomeçou o vandalismo destruindo áreas de pesquisa.

Esse é o Lula e o PT de hoje. E há os que apoiam isso tudo.

A palavra impeachment era proibida e inaceita. Agora até a Dilma já fala sobre ela, embora afirmando que não há motivo para tanto.

Sei não, sei não.


sábado, 1 de novembro de 2014

DEGRADAÇÃO DA AMAZÔNIA E DO CERRADO


Explicação
Não me interpretem como surfista da onda, no que se refere a posicionamentos sobre a devastação ambiental que se dá na Amazônia e no Cerrado.
Não! Sobre esses temas já escrevi muito, exagerando ou não, emocional ou revoltado porque a Amazônia e o Cerrado são dois biomas importantíssimos. Com a Mata Atlântica – da qual hoje só há fragmentos – formam (ainda) um conjunto primoroso de equilíbrio ambiental, a vida exuberante naturalmente se extinguindo e renascendo nesse processo misterioso organizado pelos deuses da natureza.
Esse ciclo vem sendo duramente afetado pela ação predatória do homem.
Das dezenas de artigos que escrevi sobre questões ambientais notei que uns poucos interessados se aplicaram em sua leitura. Lembro que o meu “Queimadas e devastações” de 30.08.2010 foi transcrito nas páginas do CEPTEC - Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos / INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

Biomas


AMAZÔNIA DEGRADADA
A comunidade científica que estuda o meio ambiente chegou à conclusão que a degradação sistemática que se dá na Amazônia por anos a fio, afeta o ciclo de chuvas no Sudeste e Centro Oeste atingindo a culminância neste ano de 2014 com seca jamais vista e não se sabe como será o ano de 2015.
A grande cidade de São Paulo, com mais de 10 milhões de pessoas nestes primeiros dias de novembro, está na iminência de ficar sem água para necessidades básicas, uma possibilidade caótica.
Não há muito fizera uma metáfora, em defesa da Amazônia pugnando pelo desmatamento zero, que as chuvas são o suor das árvores. E eis que essa metáfora seria um modo científico de explicar as chuvas que escasseiam por aqui.
Agora vozes autorizadas defendem que o desmatamento zero só não basta, é imprescindível o reflorestamento com plantas nativas em todas as área degradas pelo pasto que se perdeu com a erosão, como aqueles que vêm se constituindo de modo criminoso.
Meu apelo, meu grito de alerta: chega de gado, chega de carne. Os bois consomem florestas e água em profusão. E os pastos são o resultado de grandes queimadas.
Até quando essa “prioridade” insana prevalecerá? Até quando a retirada ilegal de madeira?
Nessas ações criminosas nada é respeitado, nem as próprias árvores, centenárias que sejam, nem a fauna e a estupidez é tanta que não se preocupam, esse bandidos, com a alteração ambiental que agora se torna flagrante.
Números: nos últimos 40 anos houve a destruição de 763 mil quilômetros quadrados da floresta Amazônica, equivalente a três Estados de São Paulo. Segundo Antônio Donato Nobre do INPE em estudo a propósito:
Já foram destruídas pelo menos 42 bilhões de árvores na Amazônia (...) cerca de duas mil árvores por minuto. Os danos dessa devastação já são sentidos, tanto no clima da Amazônia – que tem sua estação de seca aumentada a cada ano – quanto a milhares de quilômetros dali”. (1)
A floresta, com a umidade que exsuda, leva rios aéreos para outras regiões e as chuvas caem. Sua degradação, notório, impacta negativamente nessa sua tarefa em suprir o continente de água, dos mananciais e das nascentes.
Devastação zero na Amazônia e reflorestamento em larga escala já. Sabem, estou, sobretudo, falando de água como “resíduo” das ações da floresta que soam trilhões de litros.
CERRADO EM PROCESSO DE EXTINÇÃO
A desgraça não vem se anunciando parcialmente.
Vou tentar explanar os pontos principais do cientista Altair Sales Barbosa da PUC – Goiás em entrevista recente. (2)
O Cerrado é composto de vegetação que depende de solo oligotrófico (nível baixo de nutrientes).
A vegetação do Cerrado é muito antiga, de milhões de anos do ciclo da Terra, anterior à própria Amazônia.
Assim, a devastação que lá ocorre é irreversível, não permite sua recomposição como é possível na Amazônia, pelo que o bioma está em adiantado estágio de extinção.
As consequências dessa realidade é que com as pastagens e outras culturas introduzidas, entre outras ações predatórias do homem, com a alteração do solo, afeta os lençóis subterrâneos e “sem vegetação nativa, a água não pode mais infiltrar na terra” como ocorria com o bioma saudável.
No Cerrado estão as nascentes que sustentam as grandes bacias sul-americanas: “Em média dez pequenos rios do Cerrado desaparecem a cada ano que alimentam aos maiores que, por isso, vão diminuindo sua vazão.”
E, nesse diapasão, afetando os rios maiores.
Disse mais o entrevistado,
De todas as formas de vegetação que existem, o Cerrado é o que mais limpa a atmosfera. Isso ocorre porque ele se alimenta basicamente de gás carbônico que está no ar, porque o seu solo é oligotrófico” [baixo nutrientes].
E ademais,
As plantas do Cerrado são de crescimento lento. Quanto Pedro Alvares Cabral chegou ao Brasil, os buritis que vemos hoje estavam nascendo, eles duraram 500 anos para ter de 25 a 30 metros, também por isso o dano do bioma é irreversível.”
O buriti, pela alteração do solo dificilmente podem ser cultivados e, se tal se der positivamente, seu crescimento levará séculos.
SEM MEDIDAS CORRETIVAS, APOCALÍPSE AGORA OU PARA BREVE.

RIO SÃO FRANCISCO
Não entrarei na polêmica da transposição do Rio São Francisco cujas obras se iniciaram em 2007 e estão atrasadas. A decisão política da obra já foi suficientemente explicada.
Todavia, hoje a sua nascente secou com resultado da seca intensa e nunca vista.
Há margens estão desbarrancando, a mata ciliar não existe em grandes extensões de suas margens. Jogam-se lixo nas suas margens.
Antes das obras de transposição, o rio São Francisco deveria estar sendo cuidado com a reconstituição de suas margens pela reposição da mata ciliar degradada e outras medidas que garantam sua perenidade.
Caso contrário, dentro de poucos anos, os sistemas de transposição serão nada mais do que uma esperança frustrada e o grande rio uma caricatura do que foi.
Nem pensar, nem pensar.

CALÇADAS "CASCUDAS"



Sei de muitos que implicam com árvores plantadas em frente à sua residência, mesmo que elas em nada afetem a circulação.
Esses reclamam das folhas, das flores, dos frutos e, por isso, encontram-se residências mais novas nas quais a calçada é “cascuda”, isto é, de piso estéril.
Se você desejar contribuir para a melhoria ambiental, uma célula de desaquecimento global, plante uma ou duas árvores na sua calçada. 
Uma árvores que não produz folhas e poucas flores, que são pequenas e brancas, plante uma melaleuca. 
Suas folhas amassadas têm perfume de bala.


Legendas
(1) Jornal “O Estado de São Paulo” de 31.10.2014

(2) “Jornal Opção” de 01.11.2014. Entrevista de Altair Sales Barbosa, “O Cerrado está extinto e isso leva ao fim dos rios e dos reservatórios de água.”





segunda-feira, 6 de outubro de 2014

PAULISTAS “SEPARATISTAS”

Todos estudaram ou leram sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, comemorada no Estado de São Paulo no dia 9 de julho. Na verdade um movimento elitista (haverá os que não concordarão com esse qualificativo) que se opôs a Getúlio Vargas que começara a se manter no poder sem um sinal claro de que devolveria ao país a democratização com nova Constituição. Esse movimento paulista que continha outras motivações de natureza política, derrotado, resultou, porém, na promulgação da Constituição de 1934, sendo Getúlio Vargas eleito presidente pela Assembleia Constituinte com mandato até maio de 1938.

Mas, em 1937, houve o golpe do Estado Novo e Getúlio tornou-se ditador até 1945. Mas, essa é outra história que não cabe aqui expor.

Lembro-me de comentários de minha mãe, jovem naqueles idos que dizia ouvir que muitos eram os paulistas que afirmavam: “sou paulista separatista”. Porque São Paulo seria a locomotiva puxando 21 vagões vazios, se referindo aos demais estados, então.

Bem, não sou fã das crônicas de Luiz Fernando Veríssimo, muitas vazias, dizendo pouco, mas preenchendo espaço que lhe garante o “Estadão”. Talvez tenha essa rejeição porque li toda a obra de seu pai, Érico Veríssimo pelo que não dá para comparar. (*)

E também não aceito seu posicionamento político. Não sei bem porque, mas em ocasiões ele me lembrou aquela frase que explicaria de modo singelo o socialismo e o seu modus operandi: “o que é teu é meu, o que é meu continua sendo meu.”

Mas, Veríssimo na edição de 18 de setembro último, publicou uma crônica sob o título “Separatismos”, tendo como inspiração o já superado plebiscito dos escoceses que decidiram, afinal, continuar pertencendo ao Reino Unido.
Transcrevo o trecho final que, creio, diga tudo do que analiso aqui, mesmo com sua ressalva de “não sei”:

“Tem gente que defende a sério uma secessão gaúcha, mas volta e meia surgem especulações menos sérias sobre como seria um país desejável do Sul. Ele talvez incluísse o Paraná, mas há controvérsias. Santa Catarina não poderia ficar de fora, se por mais não fosse, pelas suas praias. E anexaríamos o Uruguai, certamente. Tudo puro delírio, claro. Se bem que... Não, não. Puro delírio.
Há quem diga que já houve uma secessão no Brasil. São Paulo separou-se do resto e há anos é a sua própria União independente. Não sei.”

Interessa-me a frase final sobre São Paulo. Diria que o Brasil é um peso pesado para o Estado de São Paulo, que com efetividade caminha com as próprias pernas, quando a União não atrapalha.

- Ora, direis, você pensa como um separatista...

Fico com Veríssimo, de modo bem cômodo: 

- Não sei!












Vejam o que aconteceu em São Paulo, nas eleições de ontem (05.10.14):
Com Lula e tudo, o seu partido manchado pela corrupção, seu candidato a governador foi rejeitado de modo contundente com mais de 8.3 milhões de votos dados ao candidato Alckmin, mesmo com a crise da água um dos motes da campanha petista. O candidato ao senado, o petista Suplicy já meio folclórico também foi derrotado com larga margem por Serra e está pintando, mesmo sem Minas Gerais que votou na candidata oficial dando-lhe vantagem de 415 mil votos, que São Paulo tende a eleger Aécio Neves para a presidência da República alijando o PT do poder.

Em São Paulo, a diferença de Aécio sobre Dilma foi de 4,2 milhões de votos. [Há o 2° turno a vencer.]

Mas, quanto a São Paulo, é o separatismo que se revela em tantas situações, inclusive nessas eleições. 

                                

(*) “(Re?) Descobrindo Érico Veríssimo” de 21.05.2013 no blog “Temas Livres”